segunda-feira, 30 de março de 2020

A Viagem


A viagem começou…
China, depois Europa
Dentro de uma mochila aberta
Deixando um rasto de medo e ansiedade,
Vai percorrendo, violentamente, as estradas do mundo
E também de muitas vidas.


Ser minúsculo, mas destruidor
Segue outro caminho!
Mergulha nas profundezas de qualquer oceano
E afunda-te na tua terrível existência!


Quem me dera que este meu balão de pensamentos
Fosse suficiente para travar esta viagem
E fechar a mochila que teima em estar aberta.




Laura Ferreira 9ºA, nº16


segunda-feira, 9 de março de 2020

Dia Internacional da Mulher - um pouquinho de história




No final do século XIX, as mulheres começaram a sair à rua para protestarem contra as 15 horas de trabalho diárias e os salários baixos que tinham.
Em Nova Iorque, a 8 de março de 1857, um grupo de mulheres que trabalhava na indústria têxtil, organizou uma marcha para exigir melhores condições de trabalho, a jornada diária reduzida para 10 horas e direitos iguais para homens e mulheres.
A 8 de março de 1908, um outro grupo de trabalhadoras, também em Nova Iorque, decidiu escolher o mesmo dia para avançar com uma greve em que exigia o fim do trabalho infantil e o direito de votar.
O primeiro dia dedicado à luta destas trabalhadoras e aos seus direitos surgiu em 1909 para homenagear essa mesma greve.
A luta e a reivindicação por direitos iguais estenderam-se a todo o mundo. Os Estados Unidos foram os pioneiros a assinalar este dia quando a 28 de fevereiro de 1909 instituíram o Dia Nacional da Mulher.
Atualmente, a data é comemorada em mais de 100 países.




sábado, 7 de março de 2020

7 de MARÇO - Dia de Luto Nacional Contra a Violência Doméstica



No ano de 2019, o governo decretou o dia 7 de março Dia de Luto Nacional Contra a Violência Doméstica, na véspera do Dia Internacional da Mulher. Mariana Vieira da Silva, ministra da Presidência e da Modernização Administrativa considerou, por essa altura,  que "este será um dia em que não devemos apenas homenagear as vítimas e manifestar a nossa solidariedade com as suas famílias, mas também renovarmos, coletivamente, o nosso propósito de continuar o combate a uma realidade intolerável". 



A Saga da "Saga"




«Quando eu morrer voltarei para buscar / os instantes que não vivi junto do mar» escreveu Sophia de Mello Breyner Andresen.
O mar e a água são temas recorrentes da obra de Sophia, também presentes no conto «A Saga» estudado nas aulas de Português das escolas do Agrupamento. Por isso, a Biblioteca Escolar preparou uma sessão para todas as turmas de 8.º ano com várias atividades relacionadas com esta obra em que a água também estivesse presente, mesmo se em sentido figurado. 
Assim, os alunos tiveram de pescar numerosos peixes com informações que lhes permitiram completar várias tarefas relacionadas com o texto. 





No final, e porque Hans, o herói da história, viaja pelo mundo através do mar, também os alunos puderam viajar “no seu mundo”, que é o espaço da escola, momentaneamente transformado em planisfério, procurando produtos típicos dos continentes calcorreados por Hans. Conseguiu-se assim sistematizar alguns conteúdos lecionados pelos docentes de Português fora do espaço da sala de aula e de forma divertida.






sexta-feira, 6 de março de 2020

AEPM - 7.º ano em Lisboa

No dia 5 de março, o 7.º ano foi ao Museu de História Natural e da Ciência  na parte da manhã, 



depois do almoço assistiram à representação da peça "Leandro, rei da Helíria".


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Visita a Santiago - o texto


Santiago de Compostela


Nos dias 14 e 15 de fevereiro as turmas do 9.º ano de Porto de Mós e de Mira D’Aire juntaram-se e foram até território espanhol!
A primeira paragem desta longa viagem foi Valença do Minho. Aqui almoçámos e visitámos esta cidade histórica, que outrora servira como uma fortaleza para defender território português, através das muralhas que a rodeiam. Também é conhecida por ser um local de passagem dos “Caminhos de Santiago”.
Quando chegámos a Espanha, era tudo lindo desde a sua cultura à linguagem espanhola. A visita à ilha galega La Toja, permitiu-nos conhecer o seu papel importante no âmbito do termalismo e na fabricação de produtos de beleza naturais, como o sabonete preto La Toja. Ainda tivemos a oportunidade de visitar uma igreja revestida de conchas dedicada a São Caralampio e à Virgem do Carmo.


Depois de um longo dia, chegámos ao Hotel Scala onde nos alojámos durante esta aventura e ficámos a saber um pouco mais sobre a Galiza e treinámos os nossos conhecimentos da língua estrangeira.
No dia seguinte, fomos até Santiago onde finalmente vimos a tão esperada Catedral, mas devido às suas obras só foi possível ver o santo e cumprir a tradição daquele lugar tão sagrado, ou seja, abraçar o santo e pedir um desejo.
Apesar de não termos tido a oportunidade de ver o famoso Botafumeiro e observar muito bem a beleza que marca a Catedral, posso dizer que foi uma das melhores viagens que já fizemos, assim como acreditamos que muitos alunos possam partilhar da desta opinião.
A nossa última paragem foi Viana do Castelo, onde vimos a Basílica de Santa Luzia que tem uma vista lindíssima e onde conseguimos ver a cidade toda.

Sónia Paulo 9ºC
Beatriz Marques 9ºC

Carros à Vela em S.Bento


No passado dia 16 de fevereiro de 2020, decorreu no Clube Desportivo de São Bento, no âmbito da Prova de Aptidão Profissional (PAP), da aluna Diana Alves Rafael, do Curso Profissional Técnico de Desporto da Escola Secundária de Porto de Mós, o evento “Instrução + Experiência com Carros à Vela”, com a colaboração do grupo NEL Pédevento (Núcleo de Espeleologia de Leiria) 
Apesar do tempo não ser o mais favorável para a prática desta modalidade, pouco conhecida no nosso país, 26 corajosos vieram experimentá-la.
Inicialmente foi feita uma introdução à modalidade, dando a conhecer um pouco da sua história e de algumas das regras fundamentais para a prática da mesma. De seguida foi realizada uma parte prática aplicando os conhecimentos adquiridos.
O evento terminou em lanche partilhado e num alegre convívio, proporcionando tanto um momento de partilha das experiências, bem como a possibilidade de aprofundar alguns conhecimentos.



                                                           16 de fevereiro de 2020,
Diana Rafael - nº2 - 12ºCPTDesp.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

21 de fevereiro - Dia Internacional da Língua Materna




O Dia Internacional da Língua Materna foi proclamado pela UNESCO em 1999 com o objetivo de proteger e salvaguardar todas as línguas faladas no Mundo, honrando tradições culturais e respeitando a diversidade linguística.
Estima-se que metade das quase 6000 línguas faladas no Mundo esteja em risco de desaparecer, o que representa um empobrecimento para a Humanidade.
O Português é falado por cerca de 260 milhões de pessoas em todo o mundo e o Observatório da Língua Portuguesa estima que, em 30 anos, o número ascenda aos 400 milhões.


A língua portuguesa atravessa o mundo e está presente nos 5 continentes. É a língua oficial de 8 países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Alunos do 12.º ano em Mafra




No passado dia 30 de janeiro, no âmbito do estudo da obra Memorial do Convento, de José Saramago, os alunos do 12.º ano da Escola Secundária de Porto de Mós, acompanhados pelos respetivos professores, voltaram a ouvir os famosos sinos de Mafra.  A visita à vila centrou-se naquele que é o seu inconfundível ponto de atração, o convento que havia de se tornar Palácio Nacional.
No período da manhã, a comitiva portomosense, gentilmente transportada com o auxílio do Município, desfrutou de uma fantástica representação teatral de  Memorial do Convento, a cargo da Éter Produções, que permitiu uma visão diferente da obra, mais atrativa mas sempre fiel ao enredo original.
Seguiu-se um momento de pausa nas atvidades para que os alunos e professores pudessem almoçar e conhecer um pouco melhor, de forma autónoma, a zona envolvente ao palácio, desde o Jardim do Cerco até à vila de Mafra, contígua ao monumento nacional.
Por fim, no período da tarde, o grupo fez uma visita guiada detalhada ao Palácio Nacional de Mafra, com especial enfoque nas temáticas abordadas na obra de Saramago. Neste contexto puderam não só ser observados presencialmente todos os pormenores descritos no livro como também discutidas as reflexões pertinentes, irónicas e, acima de tudo, atuais do autor sobre os acontecimentos históricos referenciados.



O sentido de humor dos guias, o seu rigor, profissionalismo e simpatia, fizeram da longa visita de duas horas e dos três quilómetros percorridos no maior edifício de Portugal uma das mais interessantes e enriquecedoras de que há memória no seu percurso escolar.
No fim do dia, os alunos ficaram certamente convictos de que a grandiosidade do Palácio Nacional em nada se distingue da grandiosidade e genialidade da obra de Saramago, principalmente pela sua mensagem, presente nas entrelinhas através das suas louváveis reflexões.
Depois desta visita, resta aos alunos aproveitar ao máximo o estudo de Memorial do Convento.  

Alexandre Jorge 
12º ano

Concurso Nacional de Leitura 2020: apurados os representantes do Agrupamento





Realizaram-se, no dia 6 de fevereiro de 2020, as provas orais da fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura 2020, nas quais participaram quinze alunos apurados após a realização de provas escritas no mês de janeiro. Organizadas pela Biblioteca Escolar, estas provas garantiram o apuramento de quatro alunos dos segundos e terceiros ciclos, e de três alunos do ensino secundário, aos quais se juntarão quatro alunos do primeiro ciclo selecionados, também no mês de janeiro, entre as turmas de 4.º ano das escolas do Agrupamento. Todos representarão o concelho de Porto de Mós na fase seguinte desta competição, que juntará os dez municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria. No total, concorreram este ano cerca de 220 alunos do Agrupamento.


Os alunos apurados foram os seguintes:
1º Ciclo: Gonçalo Almeida, Miguel Roque, Rafaela Baptista, Simão Pereira.
2º Ciclo: Carolina Ferreira, Inês Matos, Letícia Ferreira, Tatiana Oliveira.
3º Ciclo: Beatriz Marques, Gonçalo Lages, Marta Ladeiro, Sónia Paulo.
Secundário: Cíntia Lavos, Daniela Franco, Jacinta Vieira.






As provas incidiram nas obras A noite de Natal, de Sophia de Mello Breyner Andresen, no 1.º Ciclo; A menina do mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen, no 2.º Ciclo; Meia hora para mudar a minha vida, de Alice Vieira, no 3.º Ciclo; Casa da malta, de Fernando Namora, no Ensino Secundário.


A Biblioteca Escolar agradece a todos os participantes bem como aos professores que promoveram este concurso junto dos seus alunos. O Concurso Nacional de Leitura é uma iniciativa, desenvolvida no âmbito do Plano Nacional de Leitura, que visa promover a leitura autónoma dos alunos de todos os ciclos de ensino.





quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Dia da Internet Segura



O “Dia da Internet Mais Segura”, iniciativa da Rede Conjunta Insafe – In Hope, com o apoio da Comissão Europeia, que é comemorado anualmente no dia 11 de Fevereiro,  este ano teve como tema “Juntos por uma internet melhor”. O assinalar deste dia tem como finalidade levar toda a gente, mas principalmente os mais jovens, a refletir e promover a utilização ética, crítica , segura e responsável da Internet. 

Associando-se também às preocupações que levaram à necessidade de alertar para os perigos da navegação na Internet, o Agrupamento de Escolas de Porto de Mós promoveu a realização de uma palestra de reflexão sobre a navegação na internet de uma forma mais segura.       

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Novos tempos, péssimas mudanças




"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", já dizia Camões no século XVI e reafirmava José Mário Branco nos finais do século XX mas, ainda assim, longe de adivinhar as mudanças que se avizinhavam em pleno século XXI, volvidos escassos 50 anos.
Deixando a inspiração lírica de parte e recorrendo a não menos relevante referência como é a sabedoria popular, há já quem diga, apelando ao humor e à ironia, que "ainda é do tempo em que eram os professores a bater aos alunos" e não o contrário.
Partindo destas premissas é fácil perceber qual é o flagelo a que me refiro, a violência, não só no sentido lato, mas particularmente a violência escolar. Começamos pela violência entre alunos e chegamos ao cúmulo de testemunhar a violência dos próprios alunos contra funcionários e professores.
Mas afinal, que novos tempos são estes? São tempos que representam o culminar e o resultado de anos e anos de facilitismo, de passividade, de leviandade, de comodismo e de indiferença por parte de muitos dos responsáveis pela educação e pelos seus princípios orientadores. Estes, os responsáveis, foram-se acobardando atrás da apregoada "geração mais bem preparada de sempre" ignorando o facto de estarmos, na realidade, a criar a geração menos humanista e menos HUMANA de sempre.
Desde sempre existiu uma competição, pelo menos em ambiente escolar, entre as humanidades e as ciências. Para mim, nada mais ridículo. O resultado do investimento nas ciências e no descrédito das humanidades está à vista, temos a geração mais bem preparada de sempre, mas também a geração mais mal educada de sempre.
Soluções? Educação. No verdadeiro sentido da palavra, formação nas mais variadas áreas do saber, desde as humanidades às ciências, passando pelo desporto e pela cidadania. Mudança de mentalidades, é a chave. É esse o objetivo.
Qual é o caminho? Existirão, certamente, muitos, passando pelo rigor, pela exigência, pela seriedade e, acima de tudo, pelo respeito e pela disciplina.  O único caminho que tenho a certeza que não deve ser seguido é o do facilitismo, aquele que dá tudo de mão beijada aos alunos, tudo menos um eficaz e efetivo modelo de conduta capaz de formar os adultos de amanhã.
Que novos tempos são estes? São tempos de péssimas mudanças cuja fatura não tardará a chegar.

"Os jovens de hoje são os adultos de amanhã"
Alexandre Jorge 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Holocausto




O Holocausto foi o assassinato em massa de mais de seis milhões de judeus, inválidos e homossexuais através de um programa sistemático que tinha como intuito o extermínio étnico em prol da promoção da raça ariana.
Este programa, que teve lugar em locais como o campo de concentração de Auschwitz, faz de Adolf Hitler e do Partido Nazi Alemão os criminosos mais negros da história.  
A tristeza do Holocausto tem servido de inspiração para muitos livros que procuram retratar como era a vida num campo de concentração e durante o terror do Holocausto.
Partilhamos alguns dos títulos que consideramos relevantes e que, de forma tocante e emocionante, conseguem ilustrar a vida e a morte num campo de concentração.



Chil Rajchman tinha 28 anos quando foi deportado para Treblinka, em outubro de 1942. Separado dos seus companheiros à saída do comboio, escapou às câmaras de gás tornando-se sucessivamente funcionário na triagem de vestuário, cabeleireiro, transportador de cadáveres ou «dentista». Em 2 de agosto de 1943, participou no levantamento do campo e evadiu-se.
Após várias semanas de fuga, Chil Rajchman escondeu-se em casa de um amigo perto de Varsóvia. Num 
caderno, contou os seus dez meses no inferno.



Um dia, ao regressar da escola, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tinha de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Esta é a história tocante que podemos encontrar em O Rapaz do Pijama às Riscas.



Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita é A Bibliotecária de Auschwitz  que esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu.

Dia Internacional em Memória das Vitimas do Holocausto




O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado anualmente no dia 27 de janeiro e é organizado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Foi escolhido este dia por se tratar do aniversário da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazista de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas em 27 de janeiro de 1945.



Com esta celebração, pretende-se não só prestar homenagem à memória das vítimas do Holocausto como também comprometer-se a combater o anti-semitismo, o racismo e quaisquer  outras formas de intolerância que podem levar à violência em grupo.
O dia 27 de janeiro foi proclamado como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto na Assembleia Geral das Nações Unidas de 1 de novembro de 2005.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Dia Mundial da Escrita à Mão




Acerca de 3500 anos surgiu a escrita à mão, ou seja, manuscrita. Esta foi a forma utilizada por muitas gerações e durante muitas gerações para comunicarem entre si.
Nos Estados Unidos, foi criado o Dia Mundial da Escrita à Mão que se celebra hoje, dia 23 de janeiro.
Neste dia somos convidados a deixar o teclado de lado e a escrever à mão uma carta, um poema ou entrar num curso de caligrafia.


Que tal seguirmos estas sugestões para comemorar este dia?


Curiosidades:
Caligrafia | s. f. Arte ou técnica de escrever à mão segundo determinados modelos de estilo e de beleza.
Caligrafista | s. 2 g.
Pessoa que conhece a arte ou técnica de escrever à mão segundo determinados 
modelos de estilo e de beleza.
Calígrafo | s. m.
Pessoa que conhece a arte ou técnica de escrever à mão segundo determinados
 modelos de estilo e de beleza.

Quirografia | s. f.
Arte de escrever ou de copiar à mão.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Lanche Pessoano - ouvir Pessoa entre o tilintar das loiças




Ouvir as palavras de Fernando Pessoa, por entre o tilintar das loiças e o rumor das vozes, saboreando especialidades servidas nos cafés lisboetas da sua época, foi o intento do Lanche Pessoano, que decorreu na biblioteca da Escola Secundária de Porto de Mós, no dia 2 de dezembro de 2019.



A mesa e o espaço do famoso quadro de Almada Negreiros, “Retrato de Fernando Pessoa”, recriado na sala, foram o centro das palavras do poeta, declamadas e cantadas por alunos do Ensino Secundário, completadas ocasionalmente por intervenções vindas da assistência.




O evento foi dinamizado pela biblioteca escolar e pelos alunos da turma de 12.º ano do Curso Profissional de Técnico de Multimédia, no âmbito do estudo da obra de Fernando Pessoa na disciplina de Português.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Eça o seu tempo e a sua obra



«O melhor espetáculo para o homem - será sempre o próprio homem.» disse Eça de Queirós. Estas, e muitas outras das suas palavras continuam ainda hoje, passados quase 120 anos sobre a sua morte, a fazer sentido, razão pela qual ele continua a ser um dos escritores portugueses mais respeitados.
Conhecer melhor Eça de Queirós, completando o que é abordado nas aulas de Português, foi um dos objetivos de uma sessão dinamizada pela biblioteca para turmas de 9.º ano, que decorreram ao longo do mês de novembro.



Assim, os alunos começaram por calcorrear a sua escola à procura de informação escondida sobre a vida do escritor de modo a completar um livro gigante com o texto do conto "A Aia", lido previamente nas aulas de Português. Seguiram-se várias atividades de caráter lúdico ou com vista ao desenvolvimento de diversas competências nos alunos, como a expressão oral, a argumentação, a criatividade ou a representação dramática.
Espera-se que esta iniciativa contribua para uma visão positiva deste tão importante escritor na mente dos alunos.