Os alunos do 1º (10º) ano deste Curso Profissional colocaram em prática técnicas aprendidas nas aulas e criaram os Postais de Natal do Agrupamento.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Histórias de Arrepiar
Realizou-se do dia 31 de outubro,
pelas 21 horas, na Ecoteca de Porto de Mós mais uma sessão das “Histórias de
Arrepiar”.
A sala estava decorada a preceito
com os trabalhos realizados pelos alunos da escola e muitos dos participantes
vestiram-se com fatos alusivos à temática.
Esta atividade, organizada pela EB1
de Porto de Mós em parceria com a Biblioteca do Agrupamento de Escolas, contou
com a participação especial da escritora Margarida Almeida que nos presenteou
com os seus belos contos e poemas. Estiveram também presentes, outros
contadores de histórias: o professor Carlos Silva, professora Isabel Jorge e a
Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB1 de Porto de
Mós.
A Associação de Pais e Encarregados
de Educação colocou à disposição de todos, no bar, café da avó e bolos.
Também houve uma recolha de ração
para cães e gatos para doar a uma Instituição e por cada saco oferecido, a
escritora deu um livro da sua autoria, autografado.
Foi uma noite divertida!
Alunos da Turma 5 – 3.º Ano
Palavras Andarilhas
No dia 2 de dezembro, os alunos da EB1 de Porto de Mós, participaram numa estafeta de contos integrada no projeto “Palavras Andarilhas” promovido pela Câmara Municipal de Beja e que teve início no final de agosto.
Durante um ano, uma mala percorre o país com o objetivo de promover o conto partilhado.
Agora chegou a vez de Porto de Mós, pela mão do professor bibliotecário Carlos Silva que recebeu a mala da escritora e contadora de estórias Natércia Inácio em representação da Casa da Cultura de São Martinho do Porto.
A sessão foi aberta com um texto de Álvaro de Magalhães e todos os presentes assistiram ao conto de várias histórias pela contadora de estórias Natércia Inácio e pelo professor Carlos Silva que terá, agora, a tarefa de entregar a mala em Leiria.
E assim as “Palavras Andarilhas” irão de “mão em mão” à procura de muitos meninos e meninas por esse país fora.
Magusto na EB1 de Porto de Mós
No
dia 11 de novembro, comemorou-se o dia de São Martinho na EB1 de Porto de Mós.
Foi
feito um magusto, no recreio da escola, para os alunos da escola e jardim de
infância, assistentes operacionais, professoras e educadoras.
Comeram-se
castanhas quentinhas e bebeu-se sumo de laranja e groselha.
Neste
dia choveu muito e não apareceu o sol como é hábito.
Alunos da turma 5 – 3.º Ano
Visita de estudo ao CIBA
Na sexta-feira, dia 21 de novembro, tivemos uma manhã explêndida! Fomos visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota e fizemos uma viagem extraordinária no tempo.A visita começou com a
Filipa, guia do CIBA, a explicar os motivos por que aconteceu a batalha de
Aljubarrota. De seguida fomos ver os vestígios da batalha, fragmentos de ossos
que foram encontrados por arqueólogos e
que revelam os golpes que receberam. Também vimos réplicas de uma besta, um
escudo, um capacete e uma espada. Até pudemos pegar-lhes!
Posteriormente fomos ver um fosso que está
conservado dentro do CIBA. Não é tão fundo como o imaginavamos.
De imediato fomos assistir a um filme que retrata
a batalha do dia 14 de agosto de 1385. O cenário era extraordinário! Parecia o
campo da batalha, no dia a seguir. O filme era assustador, porque parecia mesmo
a sério. Viam-se espadas a espetar corpos, a cortar cabeças, sangue a
esguichar, muitos gritos e mortos!
Felizmente, os
portugueses, liderados por D. Nuno Álvares Pereira, tiveram uma boa estratégia
e venceram a batalha, apesar de serem muito menos do que os castelhanos.
Quando o filme terminou,
a Filipa dividiu-nos em equipas e fomos para o campo onde decorreu a batalha
fazer um jogo. O jogo foi muito divertido e fez-nos compreender a estratégia do
Condestável de Portugal.
A visita ao CIBA foi muito interessante
e fabulosa!
Alunos do 4º ano do CEP
CENTRO ESCOLAR DE PEDREIRAS ANGARIOU CERCA DE 630 EUROS PARA A «MISSÃO PIJAMA»
OS ALUNOS DO CENTRO ESCOLAR
DE PEDREIRAS ANGARIARAM 634,46€, NO DIA 20 DE NOVEMBRO, PARA A MISSÃO «PIJAMA».
No
dia 20 de novembro, professores, alunos e funcionários foram para a escola
vestidos de pijama. A escola aderiu à «Missão Pijama», uma campanha de
angariação de fundos para crianças sem família.
Logo
de manhã, todas as crianças chegaram muito animadas e divertidas, com os seus
peluches e almofadas. Ao longo do dia realizaram atividades lúdicas, como o
jogo da manta barulhenta, o jogo das sombras, o limbo de pijama e o jogo da
amizade, entre outras.
Duas semanas antes, os alunos
levaram para casa um mealheiro em forma de casinha, para pedir uma moeda aos
familiares e amigos. Esse dinheiro destina-se à Associação «Mundos de vida» que
tem como objetivo sensibilizar os portugueses para o direito de todas as
crianças crescerem em família.
No dia seguinte, os alunos do 4º ano
foram «banqueiros por um dia» e separaram, agruparam e contaram todo o
dinheiro. Nunca tinham visto tantas moedas!
A «missão pijama»
foi um sucesso!Dia Mundial do Braille
Braille é um
sistema de leitura para cegos, inventado pelo francês Louis Braille que perdeu
a visão aos três anos. Quatro anos depois, ele ingressou no Instituto de Cegos
de Paris. Em 1827, com dezoito anos, tornou-se professor desse instituto e ao
ouvir falar de um sistema de pontos e buracos inventado por um oficial para ler
mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, ele fez
algumas adaptações no sistema de pontos em alto relevo, e em 1829 publicou o seu método.
O Braille é um alfabeto cujos caracteres se indicam por
pontos em alto relevo. O deficiente visual distingue por meio do tato. A partir
dos seis pontos relevantes, é possível fazer 63 combinações que podem
representar letras simples e acentuadas, pontuações, números, sinais
matemáticos e notas musicais.
Hoje, o método
simples e engenhoso elaborado por Braille torna a palavra escrita disponível a
milhões de deficientes visuais, graças aos esforços decididos daquele rapaz há
quase 200 anos.
O braille
provou ser muito adaptável como meio de comunicação. Quando Louis Braille
inicialmente inventou o sistema de leitura, aplicou-o à notação musical. O
método funciona tão bem que a leitura e escrita de música é mais fácil para os
cegos do que para os que veem. Vários termos matemáticos, científicos e
químicos têm sido transpostos para o braille, abrindo amplos depósitos de
conhecimento para os leitores cegos. Relógios com ponteiros reforçados e
números em relevo, em braille, foram produzidos, de modo que dedos ágeis possam
sentir as horas.
As
primeiras dez letras (A a J) só usam os pontos das duas fileiras de cima. Os
números de 1 a 9 e o zero são representados por esses mesmos dez sinais,
precedidos pelo sinal de número, especial.
As
dez letras seguintes (K a T) acrescentam o ponto no canto inferior esquerdo a
cada uma das dez primeiras letras.
As
últimas cinco letras (U a Z) acrescentam ambos os pontos inferiores às cinco
primeiras letras, a exceção da letra "w", que foi acrescentada
posteriormente ao alfabeto francês.
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