segunda-feira, 1 de junho de 2015

Visita de Estudo a Salamanca e Ávila

Foi nos passados dias 30 de abril e 1 de maio que nós, alunos do 10º, 11º e 12ºanos, fomos em visita de estudo a Salamanca e Ávila no âmbito da disciplina de EMRC.
Na manhã do dia 30 partimos, bem cedo, em direção a Salamanca, cidade espanhola que começámos a visitar no início da tarde. Declarada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, está repleta de monumentos, cada um mais imponente que o outro. As catedrais foram as primeiras a serem visitadas, a Nova e a Velha, que estão interligadas.
Ao entrarmos na Catedral Nova, ficámos admirados com a grandiosidade do espaço, dos vários altares, do coro e principalmente dos tetos muito trabalhados. A Catedral Velha não é tão majestosa, por ser típica da construção românica e gótica dos séculos anteriores. No entanto, é igualmente bonita, assim como os claustros que dela fazem parte. Mas também o exterior de ambas é trabalhado e não fica aquém do interior.
Continuámos a nossa visita pelas ruas da cidade histórica, que se enquadram perfeitamente no estilo dos edifícios. Passámos pela Casa das Conchas e pela célebre Universidade de Salamanca, em cuja fachada nos detivemos uns bons minutos a procurar a famosa rã que, segundo reza a lenda, quando encontrada, dá sorte nos estudos, e pelo contrário, quem não a encontrar terá azar. Ainda bem que a encontrámos!
O nosso dia acabou na Plaza Mayor, famosa praça também muito bonita, fechada e com vários pórticos que dão acesso a algumas das ruas mais importantes da cidade.
Dirigimo-nos para o hotel, onde jantámos e ainda tivemos a oportunidade de passear e conviver um pouco antes de irmos descansar para o dia seguinte.
Na manhã seguinte, quase tão cedo como para ir à escola, estávamos preparados para ir conhecer mais uma bela cidade espanhola, desta vez Ávila.
Após uma hora de viagem, começámos a aproximar-nos da cidade e, ainda de longe, conseguíamos ver as robustas muralhas medievais que a envolviam. Tal como Salamanca, é considerada Património Mundial da Humanidade e possui também uma catedral ainda mais antiga, assim como toda a cidade que tem um aspeto mais medieval.Passeámos pelas ruas e vimos outras igrejas, praças e paisagens. Um dos emblemas da cidade é Santa Teresa de Ávila (comemora-se os 500 anos do seu nascimento), ou de Jesus, que nesta cidade nasceu, e a quem, pelo seu contributo para a religião católica, foi edificado um convento com o seu nome. Também o visitámos e pudemos observar o quarto da Santa.
Quase sem nos apercebermos, a nossa visita por terras de “nuestros hermanos” estava a chegar ao fim. Depois de almoço, iniciámos o caminho de volta para Porto de Mós.
Todos os alunos que participaram gostaram muito da experiência: por um lado, existiram momentos de companheirismo entre os alunos e os professores; por outro, a oportunidade de conhecer novos sítios.

Claro que esta viagem não poderia ter acontecido sem os professores organizadores e acompanhantes, que permitiram a concretização e sucesso daqueles que foram dois dias bem passados!

Desafios


DESAFIOS é um projeto da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do IPLeiria e da Associação de Professores de Matemática de Leiria destinado à promoção da resolução de problemas de matemática e orientado para os alunos do e 1.º e do 2.º ciclo do Ensino Básico do distrito de Leiria. O principal objetivo do projeto DESAFIOS é estimular os alunos para a aprendizagem da Matemática através da resolução de problemas e para a sua valorização enquanto ciência. Pela primeira vez, neste ano letivo de 2014/2015,este projeto contempla os alunos do 2.º ciclo - DESAFIOS 2.º ciclo (I edição). Assim a nossa escola, EB2 Dr. Manuel de Oliveira Perpétua participou e todos os alunos demonstraram bastante interesse e empenho. Está de PARABÉNS o aluno Diogo Carreira Paulo do sexto ano, turma A, com a melhor classificação da nossa escola e assim ter conseguido ir à final distrital que se realizou no dia 6 de maio na ESECS. Nesta final participaram 924 alunos do 2.º CEB do distrito de Leiria. Ficamos a aguardar o resultado desta final, que será dado a conhecer no início de junho, e a torcer pelo nosso Diogo.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Os alunos de Alemão em Lisboa


Alunos de Alemão da Escola Secundária de Porto de Mós visitam o Goethe Institut de Lisboa
                        
No dia 09 de abril, a turma do 10ºC2 (Humanidades) partiu da Escola Secundária de Porto de Mós, acompanhada pela turma do 11ºA (Ciências e Tecnologias) às 08:00, para o Monte da Caparica, em Lisboa, onde visitaram a Universidade Nova de Lisboa e o Goethe Institut, respetivamente. A viagem durou, aproximadamente, duas horas.
Depois de deixarmos os nossos colegas do 11º ano na Universidade, fomos à descoberta de Lisboa, percorrendo o Marquês de Pombal, o parque Eduardo VII, onde tirámos algumas fotografias e o El Corte Inglés, onde nos deliciámos com um café do Starbucks.
Por volta das  12 horas,  e um pouco apressados, dirigimo-nos a pé para o Goethe Institut no Campo Mártires da Pátria. Lá, esperava-nos um almoço alemão, tendo direito a um prato principal delicioso (salsichas alemãs “Bratwurst”, batatas fritas  Pommes Frites” e salada “Salat”), sumo de laranja “Orangensaft” para acompanhar, uma sobremesa e um café. Um pouco mais tarde, às 13h25, fomos recebidos pelo Professor de Alemão, Marc Paulino, que nos mostrou as instalações  do Goethe e nos proporcionou um interessante workshop de Alemão, dando-nos a conhecer alguma da cultura alemã, tradições, as principais cidades, novas palavras,  etc... Acabamos  a nossa visita com o visionamento de uma canção e um jogo de palavras.
Por fim, viajámos de metro até à cidade universitária, onde nos encontrámos com a turma de Ciências e Tecnologias, para assim, regressarmos à nossa vila.
 Foi um dia bem passado  na companhia dos nossos colegas e da professora de Alemão.


Alunos de Humanidades – 10ºC2

segunda-feira, 27 de abril de 2015

EB/JI de Corredoura

Queremos continuar livres!

No dia 21 de abril, a EB/JI de Corredoura foi visitada pelo Diretor da Rede de Cooperação e Aprendizagem da Batalha que trouxe consigo um drone que fez as delícias dos alunos da nossa escola. Antes de se proceder ao seu lançamento, os alunos da EB/JI de Corredoura e da JI de Porto de Mós, convidados pela Coordenadora de Estabelecimento, Irene Vila Nova, aproveitaram para visitar e realizar atividades ao ar livre no espaço da escola.  
Posteriormente, todos reunidos, no espaço exterior, assistiram ao elevar deste veículo aéreo não tripulado que sobrevoou as instalações da escola e a as zonas limítrofes. 
Finalmente, realizou-se a projeção dos vídeos captados pelo drone, tendo ficado maravilhados com as imagens tiradas a 100 metros de altitude. As serras e as zonas verdes, que rodeiam a nossa escola,  continuam a ser uma mais-valia nas aprendizagens naturais e expontâneas  que só são possíveis neste espaço de interação com a natureza. 


EB/JI de Corredoura

Simulacro de Incêndio na Escola Secundária de Porto de Mós


No dia 23 de janeiro de 2015 foi realizado um simulacro de incêndio na Escola Secundária de Porto de Mós que teve como objetivo avaliar os procedimentos dos alunos, professores, funcionários e restantes elementos da comunidade escolar em caso de uma situação de emergência.
Além da colaboração dos alunos do 10º ano do Curso Profissional de Técnico de Proteção Civil, este simulacro contou com a presença de alguns elementos dos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós, onde se incluiu o seu Comandante.
Às 16h30 o alarme suou e os alunos do Curso Profissional de Técnico de Proteção Civil deslocaram-se imediatamente e devidamente identificados para os respetivos pavilhões para ajudarem na evacuação. Em poucos minutos toda a comunidade escolar estava no ponto de encontro (campo de futebol), separada por turmas e com os seus respetivos professores.
Dos pontos positivos desta simulação destacam-se a boa harmonização nos elementos intervenientes envolvidos; a colaboração de toda a comunidade educativa; a rápida concentração no ponto de encontro.
Um bem haja a todos os elementos que colaboraram neste simulacro.


Os alunos do 10º CPTPC




Visita de estudo ao Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e ao Museu da Eletricidade


     A visita de estudo ao Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e ao Museu da Eletricidade, também em Lisboa, realizou-se no passado 23 de março de 2015. Participaram nesta atividade os alunos do 10º ano do Curso Profissional de Técnico de Proteção Civil, tendo sido dinamizada pelas docentes das disciplinas de Tecnologias e Processos, Ana Paula Marques e de Organização, Gestão e Planeamento, Cilena Santos.
    Os principais objetivos desta atividade foram: proporcionar aos alunos o conhecimento das tecnologias e dos processos essenciais utilizados nas principais atividades de proteção civil; despertar o interesse pelo conhecimento de diferentes entidades no âmbito da proteção civil; incentivar os alunos para o gosto das disciplinas; enriquecer a experiência do aluno; promover a ligação entre saberes teóricos adquiridos no domínio das matérias de ensino e sua aplicação prática.
    Os objetivos propostos foram plenamente atingidos. Os alunos observaram, contactaram e conheceram novos espaços no âmbito da Proteção Civil. Assim, os alunos perante realidades concretas puderam pôr em prática os conhecimentos adquiridos nas disciplinas envolvidas. Esta visita também se revelou importante, porque transmitiu outra perspetiva e situações reais que contribuem para a futura formação profissional dos alunos.

As docentes: Ana Paula Marques e Cilena Santos








 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

1º ano de CPTC


10º ano de CPTC nas Jornadas Culturais da Escola Secundária de Porto de Mós

 
No dia 12 de fevereiro de 2015 à tarde os alunos do 10º do Curso Profissional Técnico de Proteção Civil participaram nas Jornadas Culturais da Escola Secundária de Porto de Mós. Esta atividade teve como principal objetivo divulgar o Curso Profissional de Técnico de Proteção Civil junto dos alunos do 9º ano de escolaridade.

Assim, na sala 27 estive patente alguns materiais relacionados com o referido curso, nomeadamente jogos didáticos, mapas, folhetos, imagens relacionadas com as atividades dinamizadas pelos alunos deste curso, assim como informações sobre a própria dinâmica do curso, principalmente no que respeita às disciplinas da componente técnica.

Esta participação nas Jornadas Culturais também contou com uma atividade prática, onde os alunos deste curso demonstraram aos seus colegas da escola como devem utilizar corretamente um extintor, procedendo-se de seguida à extinção de um pequeno foco de incêndio. Esta atividade contou com a presença de dois elementos dos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós.


A docente: Cilena Santos
 



 


 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

TESOURO SENSORIAL


 


No dia 19 de março, realizou-se a atividade Tesouro Sensorial que possibilitou, mais uma vez a participação ativa de todos os alunos, professores e funcionários do JI/EB de Corredoura.

Esta atividade, realizada ao ar livre, aliando uma vertente prática e lúdica à aplicação de conhecimentos, possibilitou captar o interesse e a participação espontânea dos alunos. As estações foram passadas, com sucesso, de forma organizada e ordeira.

Além da aquisição e aplicação de conhecimentos, conseguiu-se ainda organizar grupos heterogéneos que trabalharam em conjunto para conseguirem resolver estes pequenos desafios onde o mistério e a descoberta se misturaram de forma harmoniosa. A cooperação e a interajuda entre alunos esteve bem patente nesta atividade, onde o próprio percurso pela serra exigia atenção e orientação para que os próprios obstáculos naturais pudessem ser superados com facilidade e sem mazelas.


 
 
 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Visita de estudo a Mafra permite aos estudantes ver o Memorial «por dentro»




«Prometo, pela minha palavra real, que farei construir um convento de franciscanos na vila de Mafra se a rainha me der um filho no prazo de um ano a contar deste dia em que estamos…». Assim o diz D. João V no primeiro capítulo de Memorial do Convento, uma obra que, quando publicada nos idos de 1982, mereceu o apreço não só do público como também da crítica, e que, hoje, integra o plano curricular da disciplina de Português do 12º ano. O título do romance remete-nos desde logo para aquela que é a primeira linha de ação da narrativa – a construção do Convento de Mafra –, a qual motivou a realização de uma visita de estudo, no passado dia 19 de março, permitindo uma abordagem in loco da obra.
Foram selecionadas duas das atividades contempladas pelo serviço educativo do Palácio Nacional de Mafra: por um lado, o espetáculo teatral Memorial do Convento, realizado pela ÉTER Produções, que leva a palco a ação (e a emoção) do romance homónimo; por outro, uma visita guiada ao Palácio, durante a qual se contextualizou historicamente a época de construção do Convento.

                             

Ditado pela caprichosa ambição de D. João V, o Real Convento de Mafra é o mais importante monumento do barroco português. A direção da obra foi atribuída ao alemão João Frederico Ludovice, que, apesar de ourives, tivera formação de arquitetura em Itália. Em termos arquitetónicos, o edifício desenvolve-se simetricamente a partir de um eixo central, a basílica, ponto principal de uma longa fachada ladeada por dois torreões (o do Norte destinado a Palácio do Rei; o do Sul, à Rainha), ligados por uma galeria de 232 metros (o maior corredor palaciano da Europa!). Os bolsos largos do rei permitiram que o projeto original fosse alvo de sucessivos alargamentos e de treze passou para trezentos o número de frades albergados.
As obras iniciaram-se a 1717, ano do «lançamento» da primeira pedra, e teriam forçosamente de terminar a 22 de outubro de 1730, o que não é, de todo, aleatório: por exigência religiosa teria a sagração da basílica de ocorrer a um domingo; por exigência real, no dia do quadragésimo-primeiro aniversário do rei.  
                De entre as dificuldades na construção do convento, situado no Alto da Vela, destaca-se o transporte da chamada «mãe da pedra» de Pero Pinheiro a Mafra. No carrego desta gigantesca pedra de mármore, foram necessárias duzentas juntas de bois e seiscentos homens, saga epopeica que Saramago descreve ao longo de largas páginas. É neste ponto, aliás, que a edificação do convento assume um cariz simbólico: é o povo, enquanto personagem coletiva, que surge elevado à esfera da valorização mítica.
                No entanto, Memorial do Convento transcende largamente o plano da realidade histórica, havendo todo um caleidoscópio de enredos diversos que sublimemente se entrecruzam, como bem evidencia a encenação teatral. É o caso da história de amor de Baltasar Sete-Sóis, soldado maneta, e Blimunda Sete-Luas, que, em jejum, consegue ver «por dentro» das pessoas. Em paralelo, há ainda o alegórico projeto da construção da passarola, engenho que voará movido literalmente pela força das vontades dos homens, e que radica na crença subversiva do Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão, a quem chamam «o Voador». De resto, é em torno desta espécie de Santíssima Trindade – Baltasar, Blimunda e o padre Bartolomeu – que a ação do romance orbita.
                O desafio que (nos) é proposto nestas páginas é o da construção – do convento, da passarola, do sonho e da vontade. Ao leitor não restam dúvidas: «o homem, primeiro tropeça, depois anda, depois corre, um dia voará».

Diana Venda