Turma 3 do Arrimal
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Teatro no Centro Educativo das Pedreiras
O grupo de teatro "A Estação das Letras" veio ao Centro Educativo de Pedreiras.
Envolveu toda a comunidade educativa: Pré-escolar, 1.º ciclo e Encarregados de Educação.
Foi muito interessante. Todos gostaram muito.
BIODIVERSIDADE EM PORTO DE MÓS
Ama-se o que
se conhece, conhece-se o que se lida diariamente. É importante procurar o
contacto com as cores e a vivacidade das plantas e animais selvagens e
conseguir emocionantes hiatos em que nos deleitamos com a contemplação de
alguns eloquentes momentos da sua vida. Espreite nesta janela http://www.biodiversity4all.org/index.cfm?event=getps&urln=/user/photos/117948 que o levará,
por alguns momentos, a um mundo maravilhoso.
Cauda-de-andorinha
Papilio machaon
Portugal- Mira De Aire
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Encontro com o escritor Nuno Valente
Visita de estudo à RTP - MUSEU DAS COMUNICAÇÕES
No dia 11 de fevereiro, os alunos do 12º
ano do Agrupamento, no âmbito das disciplinas de Aplicações Informáticas B e
Física, realizaram uma visita de estudo à RTP
– Rádio e Televisão de Portugal e ao Museu
das Comunicações, em Lisboa.
«gravação em direto do programa – a hora dos portugueses»
Ainda na RTP, os alunos visitaram os estúdios
dos concursos “The big picture”, “O preço certo”, “Agora Nós” e também assistiram ao direto do programa “A hora dos portugueses” apresentado
pelo jornalista David Dias.
No Museu das Comunicações, os alunos visitaram
a exposição “O cabo submarino num mar de
conetividades”. Os alunos conheceram a história
dos cabos submarinos, e na visita guiada aprenderam que mais de 90% das
comunicações intercontinentais acontece por cabos submarinos, no fundo do mar,
e é através dos cabos submarinos que a comunicação é possível, e a informação chega
a qualquer canto do mundo.
As professoras: Teresa Faria, Isabel
Ferreira e Cristina Teixeira
terça-feira, 5 de abril de 2016
O regresso
Naquela manhã, Hans tinha outra vez sonhado com
o seu regresso a Vig. Perguntava-se como estariam os seus irmãos. Nesse
instante, foi interrompido pelo seu filho mais novo, Pedro. Apesar da tenra
idade, era o que mais se parecia, no modo de ser, com o pai. Partilhavam o
gosto pela aventura, e, mais importante, pelo mar. Pedro disse-lhe:
- Bom dia pai. Como está hoje?
- Não muito bem, meu filho. Cada dia sinto
mais saudades de Vig e dos meus irmãos.
- Pai, não o percebo. O que impede, agora, de
os visitar?
Hans pensou. O que o impedia agora? De certo
os irmãos não guardavam o mesmo sentimento de desilusão que o pai.
- Tens razão! Vens comigo?
A viagem demorou três dias que passaram a
voar para Hans. Como sentia falta do mar!
No passeio que deu pela ilha, ia tendo doces
recordações de infância, mas onde estariam os seus irmãos? Decidiu pedir
informações sobre a sua família.
A passo largo com o filho, pensou para com os
seus botões. Trazia lembranças e fotos de toda a família na mala, mas seria bem
recebido?
Era aquela a casa.
Bateu e foi-lhe aberta a porta por uma mulher
de cabelhos curtos grisalhos e olhos doces. Era a sua irmã Ann, que também o
reconheceu logo com um sorriso e lágrimas de alegria nos olhos.
Daniela
Franco
O regresso a Vig
Eram exatamente seis horas, o sol começara a
nascer, enquanto a lua, desaparecia por detrás das nuvens. Hans acordou e
desceu a escadaria de madeira para se poder reunir com Hoyle. Este estava
sentado no velho cadeirão, levando o cachimbo á boca, como sempre fazia, olhou
para Hans e apontou para o correio.
Hans não se encontrava entusiasmado com a
carta, pois já saberia qual seria a resposta. Foi então que ao ler a carta se
levantou e disse:
-É hoje que partirei para Vig .
Hoyle abriu ligeiramente a boca, surpreso,
mas ao olhar para Hans, acenou em sinal de concordância.
Nessa manhã, os marinheiros prepararam o
barco. Depois do almoço desceram os dois carregando os pesados malões e foram
até ao porto da cidade, de onde embarcaram em direção a VIg.
A viagem foi longa, mas fácil, as ondas
encontravam-se calmas. Quando desembarcou, Hans sentiu o cheiro a maresia,
olhou para o promontório e levou à cara um sorriso.
Eram quase sete quando Hans chegou à antiga
casa, bateu à porta e para sua grande surpresa foi o pai quem lha abriu. Hans
esperava que ele começasse a gritar e o mandasse embora, mas ao invés disso Sorën abraçou-o e chorou. A sua irmã e mãe apareceram
depois enchendo lhe a cara de beijos.
Esta ação provou a Hans que era ali
que ele queria estar, vivendo feliz com a família.
Na manhã seguinte, Hans desceu até
ao extremo da ilha e despediu-se de Hoyle, abraçou-o fortemente e agradeceu-lhe
por tudo e por o ter tratado tão bem.
-Até à vista. -disse Hoyle alegremente.
Hans sorriu e ficou a ver o barco a
desaparecer no horizonte. Estava agora verdadeiramente feliz, poderia recomeçar
do zero, ter uma nova vida e um novo sonho.
Matilde Correia 8ºE
Por terras do Gerês
Foram
dois dias que não se esquecerão tão rapidamente, dois dias de aventuras, de
descobertas, de viagem, de conhecimento, de convívio e de alegria.
Tudo
começou antes do sol nascer no dia 18 deste mês, cada um em sua casa, parecendo
baratas tontas a fazer de tudo para não esquecer nada que fizesse falta e,
finalmente, chegou a hora! Por volta das 7h e 30m na entrada da Escola
Secundária de Porto de Mós só se ouvia “Levas tudo? Levas o casaco? Boa Viagem!
Liga quando chegares!”. Mais uma vez as mães e pais dos adolescentes do 10º e
11º anos de Porto de Mós e de Mira de Aire ficaram com os seus corações
apertados, pois, mais uma vez, deixaram os seus “pequenotes” voar.
Os
condutores dos autocarros mostraram-se muito pacientes connosco, às vezes não é
fácil fazer uma viagem tão grande com um grupo de adolescentes impacientes, mas
o Sr. Dinis e o Sr. Joaquim estiveram à altura! Primeira paragem no coração de
Braga, para ver a sua Sé que foi construída no século XII, mas desde então já
sofreu muitas alterações, ainda assim podemos observar muitas características
do estilo barroco. Tivemos a oportunidade de ir ao coro da Sé e ver os dois
órgãos enormes cheios de tubos e mais tubos. Fizemos mais duas paragens noutros
pontos de Braga - uma no Bom Jesus e outra no Sameiro onde almoçámos. S. Pedro
não colaborou muito connosco e acabámos por não conseguir ver os maravilhosos
jardins destas zonas. De barriguinha cheia lá partimos nós novamente rumo a São
Bento da Porta Aberta e, após a visita, lá conseguimos ver um pouco da incrível
vista do santuário. Depois deste longo
dia chegou a hora de nos deslocarmos até ao hotel em Fafe, muito acolhedor, com
umas caminhas fofinhas, como nós precisávamos e, melhor que tudo, boa comidinha.
Sábado de manhã, pouco depois do sol nascer, já estávamos todos a arrumar as
nossas coisas. A noite tinha sido pequena demais para descansarmos, mas todos
estávamos com energia que nunca mais acabava. Próxima paragem, Guimarães, onde
visitámos o Paço dos Duques, o Castelo e o centro histórico. Após o almoço
fomos até à Penha, para a nossa última aventura antes do regresso ao “nosso
berço”. Desta vez S. Pedro acordou bem-disposto e podemos desfrutar da vista
espetacular do topo da Serra de Penha e também da vista sobre Guimarães enquanto
descemos pelo teleférico. E como o que é bom acaba depressa, por volta das 19h chegamos a Porto de Mós. Os
professores suspiraram de alívio, pois tudo correu bem!
Alguém
uma vez disse a frase mais acertada de sempre “Quem parte leva um pouco de nós,
deixa um bocadinho de si” e nesta visita acho que esta frase é o resumo de
tudo. Desde os empregados do hotel, aos guias, aos condutores dos autocarros
que ficaram com um pouco de nós, mas também nos deixaram um pouco de si e do
seu conhecimento até aos professores do Agrupamento de Escolas de Porto de Mós
que, mais uma vez, mostraram as suas qualidades! É nestas viagens que
percebemos que a comunidade escolar é mais do que uma família! Tenho de
agradecer ao professor Pedro Coelho as dores de cabeça que teve para nos
proporcionar mais uma viagem espetacular e aos professores acompanhantes que
colaboraram com ele. Agradeço em meu nome e em nome de todos os que foram comigo
à visita de estudo. Obrigada!
Jornalista:
Catarina Durão Nº13 10ºA
Repórter
fotográfica: Beatriz Fernandes, 10º A
“Caça aos Tesourinhos”
No
dia 18 de março, a Comunidade Educativa Escolar de São Jorge realizou a “Caça
aos Tesourinhos”, prevista no Plano Anual de Atividades do Agrupamento.
Esta atividade não decorreu
no espaço circundante ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota
(CIBA) como previsto, devido a condições atmosféricas adversas. Contudo, os
alunos tiveram a oportunidade de explorar o espaço escolar, partindo da
interpretação de um guia de pistas, que os conduzia aos tão desejados e apetitosos
ovos da Páscoa. Cada equipa, composta por elementos de todas as turmas,
fazia-se acompanhar de uma mascote alusiva à quadra festiva.
Foi uma doce manhã, educativa e com muita
diversão!
EB1 e JI de São Jorge
Os Monumentos da minha região
Os alunos do 4.º ano de escolaridade, da EB1
de São Jorge, inserido no Projeto sob o tema, “Estudar um Monumento Nacional”,
realizaram alguns trabalhos sobre alguns monumentos que lhes estão próximos
(Mosteiro da Batalha, Capela de São Jorge e Castelo de Porto de Mós).
Foi lançado o desafio, aos alunos e respetivos
pais, durante o mês de janeiro e podiam realizar esse estudo em grupo ou
individualmente. Tinham que o entregar até meados do mês de março.
O entusiasmo dos alunos era enorme, cada vez
que a professora fazia o balanço da atividade, questionando-os sobre o ponto de
situação.
O resultado não podia ter sido melhor. Houve
um grande empenho por parte dos alunos e respetivas famílias e o culminar desta
atividade resultou em trabalhos com bastante interesse.
Alunos
da Turma 3SJG da EB1 de São Jorge
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