sexta-feira, 15 de abril de 2016

Dia Internacional da Proteção Civil


No dia 1 de março os alunos do 11ºAno do Curso Profissional Técnico de Proteção Civil comemoraram, na Escola Secundária de Porto de Mós, o dia internacional da Proteção Civil.
Para as comemorações foram convidados a estar presentes vários agentes da proteção civil. Os alunos participantes (9ºano) e os promotores (CPB2) tiveram, no início da manhã e da tarde uma sessão de esclarecimento sobre as atividades e funções exercidas pelos diferentes agentes.
A GNR (Guarda Nacional Republicana) fez-se representar pelo comandante Avelino em conjunto com outros dois agentes que alertaram os presentes para a importância de respeitar as normas de segurança rodoviária e, outras em geral. O GIPS (Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro), sediado em Alcaria, fez-se representar pelo comandante Rui Teixeira que alertou para a importância da limpeza da faixa de gestão de combustível em torno das áreas habitacionais, com vista á prevenção dos incêndios. Os Sapadores Florestais, em representação da divisão camarária de Proteção Civil, elucidaram os presentes acerca das suas funções e efetuaram a demonstração dos materiais existentes nos seus veículos.
Na sala preparada para a realização da sessão com os agentes, existiam atividades lúdicas alusivas à proteção civil. Essas atividades foram preparadas pelos alunos promotores nas aulas técnicas do curso.
Os alunos do 9º ano foram divididos em grupos para realizarem um peddy-paper pela vila, preparado pelos alunos da turma CPB2. Nessa atividade, para além de perguntas alusivas à proteção civil, de conhecimento geral, realizaram manobras de SBV (Suporte básico de Vida), com a colaboração dos bombeiros de Porto de Mós que culminaram com a realização de rappel na torre dos bombeiros. Os alunos do 12ºano do Curso Profissional Técnico de Multimédia foram responsáveis pela reportagem fotográfica.
Em suma, o dia 1 de março foi bastante preenchido e diferente e as atividades realizadas proporcionaram uma maior informação da comunidade escolar acerca da função dos vários agentes da Proteção Civil. 
 
 




Ida ao Teatro


No dia 07 de março, os alunos do 5º ano deslocaram-se ao Cineteatro de Porto de Mós, pelas 14horas,  para assistir à peça  “O Príncipe Nabo”,  da obra da autora Ilse Losa. As turmas dirigiram-se a à sala de espetáculos  acompanhadas pelos respetivos diretores de turma/professores.  Os alunos do 6º ano tiveram também a oportunidade de assistir ao teatro “Os Piratas”, produzido a partir da obra de Manuel António Pina. No final do espetáculo todos os alunos  aplaudiram com muito entusiasmo, pois esta atividade proporcionou-lhes momentos interativos, divertidos e pedagógicos. Os livros “O Príncipe Nabo” e  “Os Piratas” integram a lista de obras de leitura obrigatória, no âmbito da educação literária da disciplina de Português. As turmas prepararam esta atividade com a leitura das obras e com a resolução de um guião de leitura.
  






"E se fosse eu? Fazer a mochila e partir."










Turma 3 do Arrimal

Teatro no Centro Educativo das Pedreiras

O grupo de teatro "A Estação das Letras" veio ao Centro Educativo de Pedreiras.
 
 




 


 
 











Envolveu toda a comunidade educativa: Pré-escolar, 1.º ciclo e Encarregados de Educação. 
 
Foi muito interessante. Todos gostaram muito.

BIODIVERSIDADE EM PORTO DE MÓS

Ama-se o que se conhece, conhece-se o que se lida diariamente. É importante procurar o contacto com as cores e a vivacidade das plantas e animais selvagens e conseguir emocionantes hiatos em que nos deleitamos com a contemplação de alguns eloquentes momentos da sua vida. Espreite nesta janela http://www.biodiversity4all.org/index.cfm?event=getps&urln=/user/photos/117948 que o levará, por alguns momentos, a um mundo maravilhoso.

Cauda-de-andorinha Validado 
Papilio machaon
  20-03-2016, Agrupamento de Escolas de Porto de Mós
Portugal- Mira De Aire

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Encontro com o escritor Nuno Valente

 
No dia 11 de fevereiro, esteve presente na Biblioteca da EB2,  o escritor Nuno Valente para apresentar duas sessões aos alunos dos sextos anos. A primeira sessão iniciou-se às 9.10 e  destinou-se às turmas do 6ºA, 6ºD e 6ºE e a segunda decorreu entre as 10.20 e 11.20 com as turmas do 6ºB e 6ºC. Na abertura da primeira sessão, uma aluna do 6º ano, leu  a biografia do escritor. De seguida, o autor iniciou a sessão contando aos alunos  como principiou a sua vida de escritor e revelando as  fontes de inspiração para a sua escrita. Alguns alunos tiveram a oportunidade de colocar algumas questões sobre a sua vida e  obras publicadas. No final,todos aqueles que adquiriram os seus livros participaram numa sessão de autógrafos. Para a preparação desta atividade  com o escritor, os alunos foram motivados nas  aulas de Português para a leitura e exploração das  obras : “A Ordem do Poço do Inferno” e “O Tesouro do Califa”. Todos ficaram encantados com a vinda do escritor!
 




 

Visita de estudo à RTP - MUSEU DAS COMUNICAÇÕES

No dia 11 de fevereiro, os alunos do 12º ano do Agrupamento, no âmbito das disciplinas de Aplicações Informáticas B e Física, realizaram uma visita de estudo à RTP – Rádio e Televisão de Portugal e ao Museu das Comunicações, em Lisboa.
 
 
        Regi»
Na RTP foi proporcionado ao grupo, uma visita guiada ao mundo da rádio e da televisão, onde tiveram a oportunidade de conhecer o Museu, os estúdios de televisão e produção, onde puderam observar e enriquecer os seus conhecimentos sobre as diversas áreas.

              «gravação em direto do programa – a hora dos portugueses»             
 

                                                «estúdio do programa – Preço Certo»

Ainda na RTP, os alunos visitaram os estúdios dos concursos “The big picture”, “O preço certo”, “Agora Nós” e também assistiram ao direto do programa “A hora dos portugueses” apresentado pelo jornalista David Dias.


 
No Museu das Comunicações, os alunos visitaram a exposição “O cabo submarino num mar de conetividades”. Os alunos conheceram a história dos cabos submarinos, e na visita guiada aprenderam que mais de 90% das comunicações intercontinentais acontece por cabos submarinos, no fundo do mar, e é através dos cabos submarinos que a comunicação é possível, e a informação chega a qualquer canto do mundo.

As professoras: Teresa Faria, Isabel Ferreira e Cristina Teixeira

terça-feira, 5 de abril de 2016

O regresso


Naquela manhã, Hans tinha outra vez sonhado com o seu regresso a Vig. Perguntava-se como estariam os seus irmãos. Nesse instante, foi interrompido pelo seu filho mais novo, Pedro. Apesar da tenra idade, era o que mais se parecia, no modo de ser, com o pai. Partilhavam o gosto pela aventura, e, mais importante, pelo mar. Pedro disse-lhe:
- Bom dia pai. Como está hoje?
- Não muito bem, meu filho. Cada dia sinto mais saudades de Vig e dos meus irmãos.
- Pai, não o percebo. O que impede, agora, de os visitar?
Hans pensou. O que o impedia agora? De certo os irmãos não guardavam o mesmo sentimento de desilusão que o pai.
- Tens razão! Vens comigo?
A viagem demorou três dias que passaram a voar para Hans. Como sentia falta do mar!
No passeio que deu pela ilha, ia tendo doces recordações de infância, mas onde estariam os seus irmãos? Decidiu pedir informações sobre a sua família.
A passo largo com o filho, pensou para com os seus botões. Trazia lembranças e fotos de toda a família na mala, mas seria bem recebido?
Era aquela a casa.
Bateu e foi-lhe aberta a porta por uma mulher de cabelhos curtos grisalhos e olhos doces. Era a sua irmã Ann, que também o reconheceu logo com um sorriso e lágrimas de alegria nos olhos.


Daniela Franco

O regresso a Vig


   Eram exatamente seis horas, o sol começara a nascer, enquanto a lua, desaparecia por detrás das nuvens. Hans acordou e desceu a escadaria de madeira para se poder reunir com Hoyle. Este estava sentado no velho cadeirão, levando o cachimbo á boca, como sempre fazia, olhou para Hans e apontou para o correio.
  Hans não se encontrava entusiasmado com a carta, pois já saberia qual seria a resposta. Foi então que ao ler a carta se levantou e disse:
    -É hoje que partirei para Vig .
  Hoyle abriu ligeiramente a boca, surpreso, mas ao olhar para Hans, acenou em sinal de concordância.
  Nessa manhã, os marinheiros prepararam o barco. Depois do almoço desceram os dois carregando os pesados malões e foram até ao porto da cidade, de onde embarcaram em direção a VIg.
  A viagem foi longa, mas fácil, as ondas encontravam-se calmas. Quando desembarcou, Hans sentiu o cheiro a maresia, olhou para o promontório e levou à cara um sorriso.
  Eram quase sete quando Hans chegou à antiga casa, bateu à porta e para sua grande surpresa foi o pai quem lha abriu. Hans esperava que ele começasse a gritar e o mandasse embora, mas ao invés disso Sorën abraçou-o e chorou. A sua irmã e mãe apareceram depois enchendo lhe a cara de beijos.
  Esta ação provou a Hans que era ali que ele queria estar, vivendo feliz com a família.
  Na manhã seguinte, Hans desceu até ao extremo da ilha e despediu-se de Hoyle, abraçou-o fortemente e agradeceu-lhe por tudo e por o ter tratado tão bem.
  -Até à vista. -disse Hoyle alegremente.
  Hans sorriu e ficou a ver o barco a desaparecer no horizonte. Estava agora verdadeiramente feliz, poderia recomeçar do zero, ter uma nova vida e um novo sonho.

Matilde Correia 8ºE

      








Por terras do Gerês

                Foram dois dias que não se esquecerão tão rapidamente, dois dias de aventuras, de descobertas, de viagem, de conhecimento, de convívio e de alegria.
            Tudo começou antes do sol nascer no dia 18 deste mês, cada um em sua casa, parecendo baratas tontas a fazer de tudo para não esquecer nada que fizesse falta e, finalmente, chegou a hora! Por volta das 7h e 30m na entrada da Escola Secundária de Porto de Mós só se ouvia “Levas tudo? Levas o casaco? Boa Viagem! Liga quando chegares!”. Mais uma vez as mães e pais dos adolescentes do 10º e 11º anos de Porto de Mós e de Mira de Aire ficaram com os seus corações apertados, pois, mais uma vez, deixaram os seus “pequenotes” voar.
            Os condutores dos autocarros mostraram-se muito pacientes connosco, às vezes não é fácil fazer uma viagem tão grande com um grupo de adolescentes impacientes, mas o Sr. Dinis e o Sr. Joaquim estiveram à altura! Primeira paragem no coração de Braga, para ver a sua Sé que foi construída no século XII, mas desde então já sofreu muitas alterações, ainda assim podemos observar muitas características do estilo barroco. Tivemos a oportunidade de ir ao coro da Sé e ver os dois órgãos enormes cheios de tubos e mais tubos. Fizemos mais duas paragens noutros pontos de Braga - uma no Bom Jesus e outra no Sameiro onde almoçámos. S. Pedro não colaborou muito connosco e acabámos por não conseguir ver os maravilhosos jardins destas zonas. De barriguinha cheia lá partimos nós novamente rumo a São Bento da Porta Aberta e, após a visita, lá conseguimos ver um pouco da incrível vista do santuário.   Depois deste longo dia chegou a hora de nos deslocarmos até ao hotel em Fafe, muito acolhedor, com umas caminhas fofinhas, como nós precisávamos e, melhor que tudo, boa comidinha. Sábado de manhã, pouco depois do sol nascer, já estávamos todos a arrumar as nossas coisas. A noite tinha sido pequena demais para descansarmos, mas todos estávamos com energia que nunca mais acabava. Próxima paragem, Guimarães, onde visitámos o Paço dos Duques, o Castelo e o centro histórico. Após o almoço fomos até à Penha, para a nossa última aventura antes do regresso ao “nosso berço”. Desta vez S. Pedro acordou bem-disposto e podemos desfrutar da vista espetacular do topo da Serra de Penha e também da vista sobre Guimarães enquanto descemos pelo teleférico. E como o que é bom acaba depressa,  por volta das 19h chegamos a Porto de Mós. Os professores suspiraram de alívio, pois tudo correu bem!
            Alguém uma vez disse a frase mais acertada de sempre “Quem parte leva um pouco de nós, deixa um bocadinho de si” e nesta visita acho que esta frase é o resumo de tudo. Desde os empregados do hotel, aos guias, aos condutores dos autocarros que ficaram com um pouco de nós, mas também nos deixaram um pouco de si e do seu conhecimento até aos professores do Agrupamento de Escolas de Porto de Mós que, mais uma vez, mostraram as suas qualidades! É nestas viagens que percebemos que a comunidade escolar é mais do que uma família! Tenho de agradecer ao professor Pedro Coelho as dores de cabeça que teve para nos proporcionar mais uma viagem espetacular e aos professores acompanhantes que colaboraram com ele. Agradeço em meu nome e em nome de todos os que foram comigo à visita de estudo. Obrigada!
Jornalista: Catarina Durão Nº13 10ºA

Repórter fotográfica: Beatriz Fernandes, 10º A