A sede do Agrupamento foi presenteada com o
cantar das “Janeiras” pelos mais novos do Agrupamento e pela Universidade Sénior.
Foi um momento de alegre e salutar convívio que é de saudar, porque revela o
amor e respeito pela tradição. Mantendo o que os nossos antepassados nos
deixaram tornamos a história viva e transmitimo-la às gerações futuras de forma
aliciante.
O nosso muito obrigado a todos os que contribuíram
para que o nosso dia fosse cheio de alegria.
O Evangelho de S. Mateus refere-se a uns «magos» que teriam
seguido uma estrela até chegarem ao «rei dos judeus», que tinha nascido.
Ofereceram-lhe, na ocasião, e segundo este relato, ouro, incenso e mirra. É por
essa razão que, nalguns países (Espanha, por exemplo), a oferta de prendas de
Natal se faz apenas na noite de 5 para 6 de janeiro, e não no dia 25 de dezembro.
De acordo com algumas interpretações, a expressão «magos»
referia-se a sábios e não propriamente a reis. E muitos viram nestes viajantes
a representação de outros povos situados em territórios longínquos: o Papa
Bento XVI entendia que esta delegação poderia ter integrado reis dos três
continentes que na altura eram conhecidos, a Europa, a África e a Ásia.
A Associação de Estudantes 2017- 2018
modificou a nossa “Sala de Alunos”. Durante a maior parte do 1º período esteve
encerrada para “obras”, melhor dizendo para alteração da decoração e do
mobiliário. Na última semana de aulas do período passado pudemos usufruir do
espaço já renovado: umas mesas recuperadas e outras inovadas; cadeiras
recicladas; sofás em suporte de paletes; caixotes do lixo em paletes; pinturas
geométricas nas paredes, com cores vivas e diversificadas; colunas pintadas;
molduras nas paredes; paletes penduradas nas paredes, com plantas e flores.
Valeu a pena a espera. Parabéns à Associação
de Estudantes.
O
Centro Ciência Viva, em parceria com a DASC - Divisão de Acompanhamento à
Surdez e Cegueira, e com o apoio do Município do Porto Moniz, comemora dia 4 de
janeiro o Dia Mundial do Braille.
A data assinala
o nascimento de Loius Braille, o criador do sistema de leitura e de escrita
Braille, que permite através do toque facilitar a vida das pessoas invisuais e
a sua integração na sociedade.
Louis
Braille cegou aos três anos de idade e aos 20 anos conseguiu formar um alfabeto
com diferentes combinações de 1 a 6 pontos que se alastrou pelo mundo e que
ainda hoje é usado como forma oficial de escrita e de leitura das pessoas
cegas.
No dia 14 de novembro, as três turmas
do 7.º ano da Escola Secundária de Mira de Aire, efetuaram uma visita de estudo
a Porto de Mós, durante o período da manhã.
A atividade
foi programada pelas professoras de Português, com a participação das
professoras de História, e teve como objetivos relacionar o estudo da lenda O
Castelo de Faria, de Alexandre Herculano, com o Castelo e a lenda de D.
Fuas Roupinho, entender a literatura como veículo de saberes transversais, promover
a interdisciplinaridade, conhecer o património local e estimular os alunos para
as aprendizagens.
A visita foi gratuita, pois os alunos
deslocaram-se no autocarro camarário e na carrinha da Escola, conduzida pelo
professor Manuel Cruz, o que foi ótimo. Todos tinham folhetos informativos e um
guião, tendo de estar atentos, fotografar diversos pormenores e tomar notas
para elaborar uma notícia (pois também estudamos este tipo de texto).
A primeira etapa da visita de estudo
decorreu no Castelo de Porto de Mós. Aqui os alunos percorreram espaços que já
foram salas residenciais, com destaque para a varanda panorâmica -chamada
loggia, viram alguns vestígios romanos, anteriores à construção do castelo,
visitaram as torres, as masmorras, puderam ver de perto brasões, os famosos
coruchéus, ameias e besteiras (reconhecendo termos abordados nas aulas). Depois
passaram junto à atual sede da Junta de Freguesia de S. João Baptista que terá
sido a morada de D. Fuas Roupinho, alcaide do castelo de Porto de Mós e
seguiram até ao Museu Municipal. Foi o segundo ponto alto da visita de estudo,
pois é realmente fantástico e muito interessante. Os alunos viram vários
objetos antigos ligados ao quotidiano das pessoas, à agricultura, à indústria,
peças de vestuário, dinheiro, etc., rochas da região e uma riquíssima coleção
de minerais, onde se destacava um diamante. A visita terminou com uma passagem
pela Praça daRepública e
pela rotunda onde se encontra a escultura de D. Fuas Roupinho no seu cavalo.
Foi uma visita muito divertida, importante
e útil, na qual todos os alunos aprenderam um pouco mais sobre o seu passado e
conheceram ao vivo o património local.
Aconselhamos todos a partirem “À
descoberta do Concelho”, o tema aglutinador do nosso Agrupamento.