domingo, 5 de julho de 2020

Sustentabilidade ambiental


"Brincar hoje como era ontem " e "Lixo à parte"
Trabalhos realizados no âmbito do Domínio de Autonomia Curricular pelos alunos do 6º ano da EB2 Dr. Manuel Oliveira Perpétua.



sábado, 4 de julho de 2020

Descoberta Virtual das Grutas de Mira de Aire

Livro Digital elaborado a partir duma seleção de trabalhos realizados no âmbito do projeto DAC (Domínio de Autonomia Curricular) 2019/2020 nas turmas A e B do 7º ano de escolaridade da Escola Secundária de Mira de Aire - Agrupamento de Escolas de Porto de Mós.


Preservar os Recursos Florestais

Brincar a reutilizar
Projeto elaborado no Centro Escolar de Porto de Mós pelos alunos do 2.º ano no âmbito do Domínio de Autonomia Curricular.


SUSTENTABILIDADE NO CONCELHO DE PORTO DE MÓS




     A sustentabilidade é hoje algo com que nos devemos preocupar no nosso dia a dia. Cabe a cada um de nós repensar as escolhas que faz, alterar comportamentos, mudar estilos de vida…,  rumo a um futuro melhor, mais equilibrado, que respeite a diversidade e a estabilidade entre o homem e a natureza. Ser sustentável significa cuidar da nossa casa: a Terra.

     Nesse sentido, e no âmbito da componente curricular Cidadania e Desenvolvimento e da temática “Desenvolvimento sustentável”, programámos uma entrevista à responsável pelo pelouro da Educação no nosso concelho, a Vereadora Telma Cruz, que logo se prontificou a colaborar neste nosso projeto. A quem, aproveitando o ensejo, endereçamos o nosso profundo agradecimento.  De seguida, transcrevemos a referida entrevista.
Nós - Quais são, atualmente, os desafios mais prementes em matéria da sustentabilidade, para o concelho de Porto de Mós?
Prof.ª Telma - Sustentabilidade Ambiental define a forma como o ser humano atua na utilização dos bens naturais, define estratégias e apresenta soluções para as suas necessidades e dos outros, de forma que não agrida o meio natural e garanta a utilização do mesmo em gerações futuras.
Os principais desafios colocam-se ao nível da exigência de escolhas inovadoras e de novas formas de pensar e de agir. O desenvolvimento do conhecimento e da tecnologia contribui para o crescimento económico mas também contribui para solucionar danos e minimizar os riscos que esse crescimento traz à sustentabilidade das relações sociais e do meio ambiente.
Com o desígnio de melhorar continuamente a atividade e os domínios de intervenção, em matéria de ambiente, há a necessidade de assegurar, através de um trabalho concertado, sistemático e rigoroso, o desenvolvimento ambiental sustentado, sem descurar as componentes económicas e social, apostando na sensibilização, formação e educação para as questões relacionadas com a preservação do Ambiente, promovendo a adoção de atitudes ambientalmente mais corretas que contribuam para o desenvolvimento sustentado e assim, para a melhoria da qualidade de vida da população.
O cumprimento de metas progressivamente mais ambiciosas, assim como o envolvimento ativo de todos nos variados projetos, programas, objetivos e metas ambientais, potencia a promoção dos valores ambientais locais, na melhoria da qualidade de vida das populações e na sustentabilidade ambiental.
Os desafios mais prementes no Concelho de Porto de Mós versam essencialmente sobre a proteção dos recursos hídricos e sobre a valorização, preservação e utilização do património natural. Porto de Mós é um concelho riquíssimo nesta matéria. Em termos hídricos, grande parte do Concelho encontra-se em pleno Maciço Calcário Estremenho, sendo este considerado pelos especialistas nesta matéria, como a maior reserva de água doce da Península Ibérica. Importa referir que a geologia deste Maciço se assemelha a um queijo suíço, cheio de cavernas e galerias, e, como tal, importa garantir que à superfície não ocorrem contaminações que ponham em causa a qualidade da água subterrânea.
Sendo Porto de Mós um concelho integrado na Área Protegida das Serra de Aire e Candeeiros, em cerca de 80%, apresenta um património natural, que nos destaca de outros territórios, e que tem atraído cada vez mais visitantes em larga escala. É certamente um desafio que o Município tem entre mãos, garantir que o turismo de natureza, cada vez mais em voga, contribua para o desenvolvimento económico e social do concelho, mas que consiga coabitar com os valores naturais, cuja salvaguarda, preservação e conservação assumem agora um papel preponderante nesta cadeia.
Nós- Que ações é que o município tem desenvolvido, junto dos seus munícipes, em matéria da sustentabilidade?
Prof.ª Telma- O Município, empenhado que está nestas matérias, definiu este tema “Sustentabilidade Ambiental” como tema do Projeto Educativo Municipal para o corrente ano letivo, 2019/2020, com um conjunto de iniciativas e ações junto da comunidade educativa e da comunidade em geral que visam essencialmente a proteção e preservação do meio ambiente.
Temos efetuado um investimento significativo em diversas áreas. Em particular, destacamos o investimento em termos de recursos hídricos. Os investimentos prendem-se com a cobertura integral do Concelho com rede de abastecimento de água, na renovação/reparação/ substituição das infraestruturas de água, contribuindo assim para a redução das perdas de água. Além disto e pelas razões referidas no ponto anterior, estão a decorrer várias obras de saneamento, como forma de encaminhamento e tratamento das águas residuais, de modo a gradualmente serem anuladas as fossas sépticas, que muitas vezes não cumprem os objetivos para que foram construídas.
Temos sensibilizado os Munícipes para importância na ligação, através de medidas facilitadoras destas ligações, como o pagamento faseado dos respetivos ramais de ligação.
       Continuamos a desenvolver junto das camadas mais jovens, mas também junto da comunidade, campanhas que visam a prevenção, separação e redução de resíduos, sustentadas numa rede de ecopontos e contentores, tendo este ano inclusive instalado conjuntos de ecopontos em todas as escolas do Concelho.
Contamos ainda com uma rede de parceiros, que em estreita articulação tem trabalhado com o Município nestas matérias, onde a escola se enquadra.
Nós- Que sugestões daria aos jovens para se tornarem uma geração mais sustentável?
Prof.ª Telma- Mais que falar de poupança de água, de reciclagem ou de qualquer outra coisa, consideramos que o mais importante é o respeito, respeito por eles, pelo próximo e pelo meio que nos rodeia.
Se aprendermos a respeitar o ambiente e se pensarmos que ele terá que ter condições para que as gerações futuras possam usufruir do melhor que o Planeta Terra tem para nos oferecer, certamente estaremos conscientes de que as medidas de que tanto se falam, têm mesmo que ser cumpridas.
Hoje, cada vez mais, vivemos o tempo do descartável, em que a maior parte das coisas não são reutilizadas. Por isso, sob pena de o planeta deixar de ser sustentável, sob pena de o planeta deixar de ter capacidade de resistência e resiliência, vamos ter de mudar as nossas mentalidades, os nossos hábitos e os nossos usos.
O respeito começa em cada um de nós!
A Vereadora da Educação, Ação Social, Saúde e Juventude, Prof.ª Telma Cruz

Alexandre Almeida, Francisco Trindade, João Fonseca e Filipa Santiago 11.ºA.

     

MULTICULTURALIDADE NA ESPM


No âmbito da componente curricular Cidadania e Desenvolvimento e do tema selecionado para este ano letivo, Multiculturalidade, o nosso grupo decidiu entrevistar dois alunos da Escola Secundária de Porto de Mós que são provenientes de outros países. Com este trabalho, procurámos saber mais do ponto de vista dos que nos visitam e como foi a sua adaptação. Criámos algumas perguntas sobre a sua integração em Portugal e, mais especificamente, no nosso concelho e na nossa escola.

GRUPO - Qual o teu nome, origem e há quanto tempo estás em Portugal?
MARIA: - Sou a Maria González, venho do México e estou em Portugal há quase dois anos.
RAPHAEL:-  Sou o Raphael Guedes, estou cá há pouco mais de dez meses e sou oriundo do Brasil.

                GRUPO Como está a ser a tua adaptação?
MARIA: - No início foi mais difícil, mas agora está melhor. Pensava que a comunicação com os outros seria muito mais complicada e acho que está a ser uma experiência muito enriquecedora.
RAPHAEL: - É relativo, as coisas não são muito fáceis por ser uma cultura muito diferente.

                GRUPO- Quais são, para ti, as grandes diferenças entre os dois países?
MARIA: - A comida e a cultura são as mais distintas. Em relação à comida gosto mais da do México, mas a da minha avó é excelente. No dia a dia, notei uma grande diferença na rotina e no ambiente, pois lá vivia numa grande cidade e cá não.
RAPHAEL: - As maiores diferenças estão na alimentação, na diversão e na receção. Nós, brasileiros, não temos o costume de comer sopa, por exemplo; no Brasil somos mais festeiros e lá as pessoas são mais gentis e recetivas.

             GRUPO- Quais as diferenças do sistema de ensino do teu país e de Portugal?
MARIA: Os horários da escola de lá eram menos cansativos, as aulas eram só de manhã o que dava tempo para descansar”.
RAPHAEL:  No Brasil, as condições de lotação das salas de aula e a grande população faz com que exista uma grande sobrelotação em pequenos espaços o que gera uma falta de condições.

GRUPO- O que achas das pessoas de cá?
MARIA: - São pessoas acolhedoras e amáveis. Desde o início que tentaram ajudar-me na adaptação”.
RAPHAEL: - A cultura dos portugueses é muito diferente da nossa.  A palavra “rude” é aquela que considero que melhor define o povo português, não no geral, mas por vezes são pessoas agressivas”.


   Depois de terminarmos as entrevistas, retirámos conclusões curiosas.
Percebemos que, em certos aspetos, as respostas são totalmente opostas e que, consoante o país de onde vêm, os pontos de vista diferem. Enquanto que o Raphael considerou o nosso país mais fechado e menos acolhedor que o seu, a Maria achou os portugueses “acolhedores e amáveis”. Pensamos que esta diferença de opiniões está também relacionada com o seu país de origem, pois no Brasil vive-se de uma maneira mais livre que em Portugal e no México a vida é mais idêntica à nossa.
Resta-nos agradecer a prestimosa colaboração destes nossos colegas que, prontamente, acederam em responder às nossas questões, tornando assim possível a concretização do nosso projeto da Cidadania.

 Ana Vazão, Filipa Ferreira, Maria González, Rodrigo Marto, do 11º A

Trabalho de cidadania – Interculturalidade


À Descoberta dos Sabores Multiculturais


No passado dia 4 de março de 2020, foi realizada na turma do 11ºA da ESPM, na aula de Português, uma atividade no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, cujo tema foi a Interculturalidade.
     A atividade consistiu num Concurso Gastronómico, no qual foram postos à prova três grupos de alunos (os Menos, os Badoxis e os Pussys – nomes escolhidos pelos participantes) e as suas capacidades de gustação.
     Preparam-se previamente 8 pratos típicos de 8 países diferentes (Bélgica, México, Brasil, África do Sul, Japão, Itália, Espanha e Angola).
     À vez, foi vendado um elemento de cada grupo, que tinha como objetivo descobrir o que lhe era dado a provar. Enquanto isso, a restante equipa, que não deveria comunicar com o colega, tentava adivinhar o país de onde a comida era oriunda. Caso acertassem o nome do prato, adquiriam 1 ponto e, se acertassem o país, somavam 2 pontos à sua classificação. No final das 8 rondas, devido a um empate entre os Pussys e os Badoxis, com 15 pontos, organizou-se uma ronda bónus em que a partir do tato e do olfato tiveram que adivinhar o ingrediente secreto – chouriça. Em tempo recorde, os Pussys “levaram a taça” para casa.


     No final da atividade, concluímos que todos os participantes gostaram da mesma, uma vez que aderiram de imediato com entusiasmo e tiveram novas experiências gastronómicas. Tal pode-se confirmar pelas palavras de um dos participantes, Mariana Durão,- “Acho que foi uma forma superdivertida e dinâmica de abordar o tema da interculturalidade. Sem dúvida que a comida é uma das coisas que mais difere de país para país e esta atividade permitiu verificar isso mesmo.”.
               Margarida Santos | Mariana Ferreira | Rafaela Santo | Sara Cordeiro | 11ºA

Memórias de um dia diferente


Visita de estudo a Lisboa
(no âmbito das disciplinas de Português e Ciências Naturais)


Terminado mais um ano escolar, de uma forma nunca antes vista, recordo um dia particularmente feliz…foi o dia 5 de março de 2020.
Neste dia, as turmas de 7.º ano da Escola Secundária de Porto de Mós e de Mira de Aire participaram numa visita de estudo em Lisboa, com o objetivo de visitar o Museu Nacional da História Natural e da Ciência e de assistir à representação da peça de teatro Leandro, Rei da Helíria de Alice Vieira, pela companhia de teatro Arte de Encantar.
Este dia incrível começou por volta das 8 horas, quando entrámos nos autocarros e nos dirigimos a Lisboa.
Quando chegámos, encaminhámo-nos para o Museu Nacional da História Natural e da Ciência, e lá visitamos algumas salas com diferentes exposições, como: “Minerais - identificar, classificar”, “Entre dinossáurios”, “Joias da Terra”, “Plantas e Povos”, “Specere-olhar”, entre outras.
Visitámos todas estas salas acompanhados pelas nossas professoras de Português e Francês, que nos conseguiram explicar muito bem o que estávamos a observar.
Na minha opinião, a visita a este Museu foi muito importante, não só para o nosso conhecimento geral, mas também para relembrarmos parte da matéria já dada em aula, como o tema das rochas e dos minerais, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais.
Almoçámos no jardim do Museu, que se encontra no centro de edifício. Depois do almoço, rumámos ao Parque das Nações para assistir à representação da peça Leandro, Rei da Helíria de Alice Vieira.
Esta representação foi magnifica. Vivi a história a cada segundo! Acho que foi uma peça muito engraçada, misteriosa, que me ensinou uma lição muito importante: “Muitas vezes o amor mais simples é o mais puro”.
Eu adorei esta visita, pois foi um dia muito bem passado!  Conseguimos conviver mais como turma, relembrar a matéria dada de uma forma mais lúdica e interessante e aprender coisas novas que devem fazer parte da nossa cultura geral.
De toda a visita de estudo, o teatro foi a parte de que mais gostei, pois sempre adorei representação e este dia promoveu ainda mais este gosto.


Espero que, no próximo ano letivo, possamos viver novamente experiências idênticas a esta!

                                                                                                                Rute Alves nº20 7ºC     

quarta-feira, 10 de junho de 2020

10 de junho - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas




Hoje, dia 10 de junho, celebra-se, em Portugal, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. O feriado nacional assinala ainda o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, autor d´Os Lusíadas.
Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, o dia 10 de junho era celebrado como o “Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses”, tendo sido aproveitado para exacerbar as características nacionais.
Como Camões foi uma figura emblemática, associada aos Descobrimentos, foi usado como forma de o regime celebrar os territórios coloniais e o sentimento de pertença a uma grande nação espalhada pelo mundo, com uma raça e língua comum.



O 10 de junho é estipulado como feriado, na sequência dos trabalhos legislativos após a implantação da República a 5 de Outubro de 1910.
Alguns feriados foram eliminados, particularmente os religiosos, de modo a diminuir a influência da Igreja Católica e com o objetivo de consolidar a laicização da sociedade.
O decreto que definia os feriados nacionais dava ainda a possibilidade dos municípios e concelhos escolherem um dia do ano que representasse as suas festas tradicionais e municipais.
O 10 de junho começou por ser apenas um feriado municipal para passar a ser particularmente exaltado com o Estado Novo. Foi a partir desse período que o dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional.
Até ao 25 de abril, o 10 de junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último epíteto criado por Salazar na inauguração do  Estádio Nacional do Jamor em 1944. A partir de 1978 este dia fica designado como Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Neste dia o Presidente da República e altas individualidades do Estado participam em cerimónias de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem em cidades diferentes todos os anos. Anualmente são distinguidas novas individualidades pelo seu trabalho em nome da nação.



sexta-feira, 5 de junho de 2020

5 de junho - Dia Mundial do Meio Ambiente




Um espaço verde e limpo

A Rita era uma menina de 11 anos, mas a maturidade dela era superior para a sua idade. Ela tinha consciência que existiam problemas graves e que também tinha de trabalhar e esforçar-se, e não achava, como todos os da sua idade, que o mundo era uma brincadeira ou que só existiam coisas boas.
Naquele dia, Rita estava com uma vontade enorme de aproveitar o lindo dia, ela queria andar na rua e apanhar banhos de sol quentinhos enquanto caminhava. Como era raro ela ir passear assim, a mãe deixou-a ir com os amigos.
          Ela foi a casa da Leonor, do João, e do Bernardo para os ir buscar, e começaram a caminhada. Eles fizeram várias coisas: foram ao parque, compraram um gelado, visitaram a sua amiga que estava doente, e, finalmente, passaram por um espaço verde e repararam que estava todo sujo e poluído.
Eles ficaram super admirados, pois não sabiam que o ser humano era capaz de estragar tanto o meio ambiente. Eles queriam fazer alguma coisa, mas já estava na hora de jantar e as suas mães já lhes tinham telefonado para irem para casa, por isso não poderiam fazer a diferença.
No dia seguinte, eles iriam ter uma prova muito importante de manhã, e de tarde teriam aulas, por isso também não podiam. Como tinham tarde livre na quarta-feira, decidiram ir limpar aquele espaço tão bonito.
Eles combinaram que se tivessem algum tempo livre iriam fazer folhetos, e no dia seguinte, antes de irem para a escola, iam colá-los nos muros e outros sítios. Logo mais tarde, fizeram-nos e como combinado colaram-nos antes das aulas. Sinceramente eles achavam que não se ia juntar muita gente para os ajudar a limpar, mas não fazia mal tentarem.
Como prometido, juntaram-se todos naquele dia e foram para lá. Tiveram uma surpresa enorme, estava lá imensa gente para ajudar! Eles começaram ao início da tarde e só acabaram perto da hora de jantar. No fim, ficou tudo bem limpo e concluíram que realmente valera a pena fazer um esforço!
Carlota Noya, 8.º B - AEPM- MA

5 junho - Dia Mundial do Meio Ambiente


Poluição na praia fluvial 


No fim de semana passado, um grupo de escuteiros  foi acampar para uma praia fluvial.
Eles combinaram este encontro, de modo a poderem contemplar a natureza durante o fim de semana, fazendo canoagem, entre outras atividades desportivas. No entanto, o que tinham planeado não aconteceu, pois viram que o rio estava todo poluído: cheio de plásticos; latas de conservas; roupas velhas, entre outras coisas.
Ao depararem-se com esta triste realidade, decidiram formar equipas para tentarem recolher o máximo de lixo possível. Assim, criaram uma competição para ver qual das equipas conseguia recolher mais lixo. A que recolhesse mais ganharia um prémio.
De facto, no fim de um dia de trabalho, ficaram bastante orgulhosos, com a sensação de dever cumprido, e a equipa vencedora partilhou o prémio com todos.
Apesar de não realizarem as atividades que tanto pretendiam, contribuíram para a preservação do meio ambiente, uma vez que não pensaram só em si próprios, mas também nas gerações futuras, pois quanto mais poluição houvesse, mais essas iriam sofrer.
Posteriormente, tiveram a brilhante ideia de fazerem cartazes para colocarem em vários pontos da praia fluvial, de forma a sensibilizarem as pessoas para os cuidados a terem nas suas deslocações à praia.
Beatriz Pedroso, 8.º A – AEPM- MA