sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

21 de fevereiro - Dia Internacional da Língua Materna




O Dia Internacional da Língua Materna foi proclamado pela UNESCO em 1999 com o objetivo de proteger e salvaguardar todas as línguas faladas no Mundo, honrando tradições culturais e respeitando a diversidade linguística.
Estima-se que metade das quase 6000 línguas faladas no Mundo esteja em risco de desaparecer, o que representa um empobrecimento para a Humanidade.
O Português é falado por cerca de 260 milhões de pessoas em todo o mundo e o Observatório da Língua Portuguesa estima que, em 30 anos, o número ascenda aos 400 milhões.


A língua portuguesa atravessa o mundo e está presente nos 5 continentes. É a língua oficial de 8 países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Alunos do 12.º ano em Mafra




No passado dia 30 de janeiro, no âmbito do estudo da obra Memorial do Convento, de José Saramago, os alunos do 12.º ano da Escola Secundária de Porto de Mós, acompanhados pelos respetivos professores, voltaram a ouvir os famosos sinos de Mafra.  A visita à vila centrou-se naquele que é o seu inconfundível ponto de atração, o convento que havia de se tornar Palácio Nacional.
No período da manhã, a comitiva portomosense, gentilmente transportada com o auxílio do Município, desfrutou de uma fantástica representação teatral de  Memorial do Convento, a cargo da Éter Produções, que permitiu uma visão diferente da obra, mais atrativa mas sempre fiel ao enredo original.
Seguiu-se um momento de pausa nas atvidades para que os alunos e professores pudessem almoçar e conhecer um pouco melhor, de forma autónoma, a zona envolvente ao palácio, desde o Jardim do Cerco até à vila de Mafra, contígua ao monumento nacional.
Por fim, no período da tarde, o grupo fez uma visita guiada detalhada ao Palácio Nacional de Mafra, com especial enfoque nas temáticas abordadas na obra de Saramago. Neste contexto puderam não só ser observados presencialmente todos os pormenores descritos no livro como também discutidas as reflexões pertinentes, irónicas e, acima de tudo, atuais do autor sobre os acontecimentos históricos referenciados.



O sentido de humor dos guias, o seu rigor, profissionalismo e simpatia, fizeram da longa visita de duas horas e dos três quilómetros percorridos no maior edifício de Portugal uma das mais interessantes e enriquecedoras de que há memória no seu percurso escolar.
No fim do dia, os alunos ficaram certamente convictos de que a grandiosidade do Palácio Nacional em nada se distingue da grandiosidade e genialidade da obra de Saramago, principalmente pela sua mensagem, presente nas entrelinhas através das suas louváveis reflexões.
Depois desta visita, resta aos alunos aproveitar ao máximo o estudo de Memorial do Convento.  

Alexandre Jorge 
12º ano

Concurso Nacional de Leitura 2020: apurados os representantes do Agrupamento





Realizaram-se, no dia 6 de fevereiro de 2020, as provas orais da fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura 2020, nas quais participaram quinze alunos apurados após a realização de provas escritas no mês de janeiro. Organizadas pela Biblioteca Escolar, estas provas garantiram o apuramento de quatro alunos dos segundos e terceiros ciclos, e de três alunos do ensino secundário, aos quais se juntarão quatro alunos do primeiro ciclo selecionados, também no mês de janeiro, entre as turmas de 4.º ano das escolas do Agrupamento. Todos representarão o concelho de Porto de Mós na fase seguinte desta competição, que juntará os dez municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria. No total, concorreram este ano cerca de 220 alunos do Agrupamento.


Os alunos apurados foram os seguintes:
1º Ciclo: Gonçalo Almeida, Miguel Roque, Rafaela Baptista, Simão Pereira.
2º Ciclo: Carolina Ferreira, Inês Matos, Letícia Ferreira, Tatiana Oliveira.
3º Ciclo: Beatriz Marques, Gonçalo Lages, Marta Ladeiro, Sónia Paulo.
Secundário: Cíntia Lavos, Daniela Franco, Jacinta Vieira.






As provas incidiram nas obras A noite de Natal, de Sophia de Mello Breyner Andresen, no 1.º Ciclo; A menina do mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen, no 2.º Ciclo; Meia hora para mudar a minha vida, de Alice Vieira, no 3.º Ciclo; Casa da malta, de Fernando Namora, no Ensino Secundário.


A Biblioteca Escolar agradece a todos os participantes bem como aos professores que promoveram este concurso junto dos seus alunos. O Concurso Nacional de Leitura é uma iniciativa, desenvolvida no âmbito do Plano Nacional de Leitura, que visa promover a leitura autónoma dos alunos de todos os ciclos de ensino.





quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Dia da Internet Segura



O “Dia da Internet Mais Segura”, iniciativa da Rede Conjunta Insafe – In Hope, com o apoio da Comissão Europeia, que é comemorado anualmente no dia 11 de Fevereiro,  este ano teve como tema “Juntos por uma internet melhor”. O assinalar deste dia tem como finalidade levar toda a gente, mas principalmente os mais jovens, a refletir e promover a utilização ética, crítica , segura e responsável da Internet. 

Associando-se também às preocupações que levaram à necessidade de alertar para os perigos da navegação na Internet, o Agrupamento de Escolas de Porto de Mós promoveu a realização de uma palestra de reflexão sobre a navegação na internet de uma forma mais segura.       

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Novos tempos, péssimas mudanças




"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", já dizia Camões no século XVI e reafirmava José Mário Branco nos finais do século XX mas, ainda assim, longe de adivinhar as mudanças que se avizinhavam em pleno século XXI, volvidos escassos 50 anos.
Deixando a inspiração lírica de parte e recorrendo a não menos relevante referência como é a sabedoria popular, há já quem diga, apelando ao humor e à ironia, que "ainda é do tempo em que eram os professores a bater aos alunos" e não o contrário.
Partindo destas premissas é fácil perceber qual é o flagelo a que me refiro, a violência, não só no sentido lato, mas particularmente a violência escolar. Começamos pela violência entre alunos e chegamos ao cúmulo de testemunhar a violência dos próprios alunos contra funcionários e professores.
Mas afinal, que novos tempos são estes? São tempos que representam o culminar e o resultado de anos e anos de facilitismo, de passividade, de leviandade, de comodismo e de indiferença por parte de muitos dos responsáveis pela educação e pelos seus princípios orientadores. Estes, os responsáveis, foram-se acobardando atrás da apregoada "geração mais bem preparada de sempre" ignorando o facto de estarmos, na realidade, a criar a geração menos humanista e menos HUMANA de sempre.
Desde sempre existiu uma competição, pelo menos em ambiente escolar, entre as humanidades e as ciências. Para mim, nada mais ridículo. O resultado do investimento nas ciências e no descrédito das humanidades está à vista, temos a geração mais bem preparada de sempre, mas também a geração mais mal educada de sempre.
Soluções? Educação. No verdadeiro sentido da palavra, formação nas mais variadas áreas do saber, desde as humanidades às ciências, passando pelo desporto e pela cidadania. Mudança de mentalidades, é a chave. É esse o objetivo.
Qual é o caminho? Existirão, certamente, muitos, passando pelo rigor, pela exigência, pela seriedade e, acima de tudo, pelo respeito e pela disciplina.  O único caminho que tenho a certeza que não deve ser seguido é o do facilitismo, aquele que dá tudo de mão beijada aos alunos, tudo menos um eficaz e efetivo modelo de conduta capaz de formar os adultos de amanhã.
Que novos tempos são estes? São tempos de péssimas mudanças cuja fatura não tardará a chegar.

"Os jovens de hoje são os adultos de amanhã"
Alexandre Jorge 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Holocausto




O Holocausto foi o assassinato em massa de mais de seis milhões de judeus, inválidos e homossexuais através de um programa sistemático que tinha como intuito o extermínio étnico em prol da promoção da raça ariana.
Este programa, que teve lugar em locais como o campo de concentração de Auschwitz, faz de Adolf Hitler e do Partido Nazi Alemão os criminosos mais negros da história.  
A tristeza do Holocausto tem servido de inspiração para muitos livros que procuram retratar como era a vida num campo de concentração e durante o terror do Holocausto.
Partilhamos alguns dos títulos que consideramos relevantes e que, de forma tocante e emocionante, conseguem ilustrar a vida e a morte num campo de concentração.



Chil Rajchman tinha 28 anos quando foi deportado para Treblinka, em outubro de 1942. Separado dos seus companheiros à saída do comboio, escapou às câmaras de gás tornando-se sucessivamente funcionário na triagem de vestuário, cabeleireiro, transportador de cadáveres ou «dentista». Em 2 de agosto de 1943, participou no levantamento do campo e evadiu-se.
Após várias semanas de fuga, Chil Rajchman escondeu-se em casa de um amigo perto de Varsóvia. Num 
caderno, contou os seus dez meses no inferno.



Um dia, ao regressar da escola, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tinha de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Esta é a história tocante que podemos encontrar em O Rapaz do Pijama às Riscas.



Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita é A Bibliotecária de Auschwitz  que esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu.

Dia Internacional em Memória das Vitimas do Holocausto




O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado anualmente no dia 27 de janeiro e é organizado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Foi escolhido este dia por se tratar do aniversário da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazista de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas em 27 de janeiro de 1945.



Com esta celebração, pretende-se não só prestar homenagem à memória das vítimas do Holocausto como também comprometer-se a combater o anti-semitismo, o racismo e quaisquer  outras formas de intolerância que podem levar à violência em grupo.
O dia 27 de janeiro foi proclamado como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto na Assembleia Geral das Nações Unidas de 1 de novembro de 2005.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Dia Mundial da Escrita à Mão




Acerca de 3500 anos surgiu a escrita à mão, ou seja, manuscrita. Esta foi a forma utilizada por muitas gerações e durante muitas gerações para comunicarem entre si.
Nos Estados Unidos, foi criado o Dia Mundial da Escrita à Mão que se celebra hoje, dia 23 de janeiro.
Neste dia somos convidados a deixar o teclado de lado e a escrever à mão uma carta, um poema ou entrar num curso de caligrafia.


Que tal seguirmos estas sugestões para comemorar este dia?


Curiosidades:
Caligrafia | s. f. Arte ou técnica de escrever à mão segundo determinados modelos de estilo e de beleza.
Caligrafista | s. 2 g.
Pessoa que conhece a arte ou técnica de escrever à mão segundo determinados 
modelos de estilo e de beleza.
Calígrafo | s. m.
Pessoa que conhece a arte ou técnica de escrever à mão segundo determinados
 modelos de estilo e de beleza.

Quirografia | s. f.
Arte de escrever ou de copiar à mão.