segunda-feira, 8 de março de 2021

Livros & Leitura IV

 A partir de 
"As bibliotecas" de Valter Hugo Mãe 
e da seguinte imagem:


               As bibliotecas são as casas dos livros e, através destes, podemos viajar pelo mundo inteiro.

          A minha relação com os livros é de grande cumplicidade. Parto do aeroporto, a biblioteca, e viajo de mãos dadas com os livros através de tempo e do espaço. Gosto de ser personagem, de viver muitas emoções e aventuras maravilhosas. Gosto de dar asas à minha imaginação.

          Um livro é, realmente, uma viagem. Através do simples ato de folhear um livro descobrem-se pessoas, países e cidades distantes que nos levam ao desconhecido, a outras dimensões, ou até a outro mundo. Mundo de sonhos e fantasias. “Os livros são família direta dos aviões, dos tapetes-voadores ou dos pássaros”. Fazem-nos voar, voar sem ter asas. E fazem-nos navegar num mar de palavras.

          Segundo Valter Hugo Mãe, “as bibliotecas são do tamanho do infinito e sabem toda a maravilha”. Efetivamente, nas bibliotecas podemos encontrar livros de todos os tamanhos e com uma infinidade de conteúdos. A imagem apresentada para acompanhar estas afirmações do autor ilustra bem a mensagem que este queria passar. As bibliotecas são locais de conhecimento, ciência, cultura, economia… São a árvore do conhecimento.

          Através da leitura podemos viajar sem sair do lugar. A leitura torna-nos mais ricos em experiências e emoções e mais inteligentes. Adquirimos conhecimentos e desenvolvemos competências.

          Em suma, as bibliotecas preservam a cultura, estimulam a leitura e os seus habitantes, os livros, são uma janela aberta para o mundo.

 

Laura Ferreira – n.º 16 –10.º A


domingo, 7 de março de 2021

Livros & Leitura III

 Livro sem palavras

    O mundo está vazio. As suas ruas, praças, parques, bibliotecas. Apenas, de vez em quando, passa um animal que foge do seu cativeiro. O mundo está sem alma e, de acordo consigo, responde o clima cinzento, um pouco chuvoso, mas acima de tudo, morto.

    Dentro das casas, onde as pessoas se escondem do bicho invisível, a apatia apodera-se dos ânimos. Outro mal ainda pior, que suga a vontade e o sentido à vida. Isto porque já se passaram seis meses e, na televisão, só se fala do mesmo. As redes sociais, apesar de coloridas, quando abertas pela milésima vez ao dia, parecem tão vazias como as ruas.

     No meio de toda esta situação, numa casa comum, uma pessoa comum, que vive este sentimento que, infelizmente, agora é comum, lembra-se de algo, da "tralha" de que se tinha livrado há uns meses. Esta eram os seus livros antigos. Tinha-se livrado de livros. Irónico, mas, também, comum. Esta pessoa resolveu procurá-los no sótão e, quando trouxe a caixa empoeirada para baixo, após espirrar consecutivamente, abriu-a. Foi como abrir a caixa de pandora.

      Vida floresceu por todo lado e o mundo que estava cinzento tornou-se colorido. A apatia passou a esperança e a falta de vontade a motivação. Quanto mais perto do fundo da caixa mais a emoção se intensificava, um brilho irradiava... Parecia que cegava de tão forte que era. As coisas boas eram vistas mais vividamente do que nunca!

     De entre os muitos os volumes destacava-se um livro especial, um livro sem palavras. Um livro de recordações e de memórias. Descritas perfeitamente. A melhor música, a melhor história, a melhor pintura, o melhor livro.

Um livro sem palavras, um livro aberto a novos sentimentos…

 

João Lourenço – n.º16 – 10.ºB

sábado, 6 de março de 2021

Livros & Leitura II

O livro da minha vida

        O livro que elegi foi “A coragem de ser imperfeito” da autora Brené Brown.

     Brené Brown é uma professora, conferencista, apresentadora, psicóloga e autora americana que passou cerca de doze anos da sua vida a tentar entender a complexidade que é a vulnerabilidade, a vergonha, a humilhação e muitos outros sentimentos e emoções.

     Sinto que este é o livro da minha vida, porque ele ajudou-me imenso a nível de desenvolvimento pessoal e também me tornou uma pessoa mais aberta emocionalmente.

      Li este livro durante o confinamento, porque nessa altura tive muito tempo para ler e refletir, pois este não é o tipo de livro que se consegue ler num curto período de tempo.

     Este é o livro ideal para refletir sobre o porquê de certos atos e ações que o Homem pratica inconscientemente.

     Esta autora reflete sobre o facto de que quem é vulnerável não é fraco, mas verdadeiramente corajoso.

     Recomendo “A coragem de ser imperfeito”, visto que com ele sinto-me uma melhor versão de mim todos os dias.

 

Ana Caetano – 10.ºB – n.º2


sexta-feira, 5 de março de 2021

Livros & Leitura I

 O livro da minha vida

Enquanto leitora, acredito que há sempre um livro que nos marca para vida, e o meu foi “A Seleção” de Kiera Cass.

Curiosamente, A Seleção não me apresentou apenas um mundo fantástico, mas sim dois, o de Illéa e o mundo da leitura. O que torna este livro tão especial é o facto das suas belíssimas 368 páginas terem sido uma espécie de passaporte para um universo único, cheio de histórias por descobrir, tornando-me assim, numa ávida leitora.

 Foi desta forma que não fiquei apenas a conhecer a magia que este livro nos proporciona, mas também, a magia e o poder que nos é transmitido a partir do momento em que abrimos um livro.  A Seleção, apesar de ser um autêntico conto de fadas, mostra-nos a realidade por detrás do que é considerado utópico; só de pensar na hipótese de roubar porque a minha família não tem que comer, ou que um número pode definir os meus direitos enquanto ser humano, dá me um grande aperto no coração.

Mas, no fundo, esse é o poder de um bom livro que, tal como este, a partir do momento em que o acabamos, faz com que não paremos até encontrar um que chegue à altura da sua lombada.



Sónia Paulo  10.º A  n.º24



quinta-feira, 4 de março de 2021

"Crónica de D. João I" em Banda Desenhada IV

Crónica de D. João I

Fernão Lopes

em 
Banda Desenhada 

por Verónica Martins

O Janela Aberta em O Portomosense

 É com enorme orgulho que damos visibilidade aos trabalhos dos nossos alunos.

Desta vez, contribuímos com um texto do João Lourenço do 10.º ano na edição de O Portomosense que está hoje nas bancas.



quarta-feira, 3 de março de 2021

terça-feira, 2 de março de 2021

segunda-feira, 1 de março de 2021

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Dia de Carnaval - sem tolerância de ponto e com ensino à distância

 


O Carnaval ou Entrudo é comemorado hoje. Trata-se de  uma festa de origem pagã sempre com celebração numa terça-feira. Este ano devido às situações excecionais derivadas da pandemia, o Governo não deu a tradicional tolerância de ponto e os alunos “regressam” às aulas com o ensino à distância. 

Em Portugal, o Carnaval é um feriado facultativo, isto é, não é um feriado oficial, estando a sua aplicação a cargo dos municípios e das empresas.

Este ano o Governo decidiu não dar tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval devido ao confinamento geral decretado e no sentido de travar as habituais festividades e celebrações.

Do Carnaval até a Páscoa são 40 dias (47 contando os domingos), os quais a Igreja recorda como "o período em que Jesus esteve no deserto e foi tentado pelo demónio. Este é o tempo da Quaresma, que inicia na quarta-feira de cinzas, dia seguinte ao Carnaval".