domingo, 15 de novembro de 2020

Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

 



O Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada comemora-se todos os anos no terceiro domingo de novembro, este ano comemora-se hoje, 15 de novembro.

Esta comemoração tem como objetivo glorificar aqueles que perderam a vida ou a saúde nas estradas e ruas do país ou mesmo do mundo e as suas famílias, assim como chamar a atenção do quão é importante prevenir a ocorrência de mais acidentes e o registo de mais vítimas na estrada. Pretende ainda homenagear os profissionais que diariamente lidam com esta trágica realidade, tais como os polícias, as equipas de emergência e os outros profissionais.

 A celebração anual do Dia Europeu em Memória das Vítimas da Estrada começou em 1993, pela mão da Federação Europeia de Vítimas da Estrada (FEVR). Em 2002, o Papa João Paulo II promoveu este Dia Europeu a Dia Mundial, dado o número alarmante de mortes. Já em 2005, a Assembleia Geral da ONU aprovou a adoção oficial do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que morrem todos os anos 1,2 milhões de pessoas na estrada, sobretudo entre os 5 e 44 anos de idade, e que 50 milhões de pessoas ficam feridas no mesmo período. Os desastres rodoviários são uma das três principais causas de morte a nível mundial. Mais de 3.400 homens, mulheres e crianças são mortos todos os dias nas estradas do mundo enquanto andam a pé, de bicicleta ou a viajar em transportes motorizados. 

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, enquanto organização nacional que apoia vítimas de criminalidade rodoviária, suas famílias e amigos, tem vindo a participar e a divulgar eventos sobre a temática da Segurança Rodoviária promovidos por várias entidades públicas e privadas (conferências, seminários, workshops e reuniões). A associação aproveita esta oportunidade para alertar a opinião pública para a importância de uma maior responsabilização e compromisso para a segurança rodoviária, no sentido de reduzir a vitimação no contexto rodoviário, divulgando a Folha Informativa APAV sobre Crimes Rodoviários (documento que condensa informação de forma sumária e concisa, procurando responder a questões essenciais):

https://apav.pt/apav_v3/images/folhas_informativas/fi_crimes_rodoviarios.pdf Devido á conjuntura, provocada pelo COVID19, em que vivemos hoje em dia, este ano não se realizará qualquer tipo de evento como celebração deste dia.

Contudo, é nosso dever perceber a importância deste dia enquanto alerta para a prevenção rodoviária.

Maria Beatriz 11.º A

A Língua Gestual Portuguesa

 


A Língua Gestual Portuguesa (LGP) foi reconhecida enquanto língua da comunidade surda portuguesa pela Constituição da República em 1997, a 15 de novembro. A Comissão para o reconhecimento e proteção da Língua Gestual Portuguesa e defesa dos direitos das pessoas surdas foi criada também a 15 de novembro.

O Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa comemora-se anualmente também a 15 de novembro. O objetivo deste dia é promover a LGP para, garantir o respeito pelos direitos das pessoas surdas e a importância na vida delas.

A língua gestual é a forma de comunicação utilizada pelas pessoas surdas e por todos aqueles que comunicam com elas. É produzida a partir dos movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais, sendo a sua receção visual. Esta linguagem possui um vocabulário especial e uma gramática própria.


Hoje em dia a maioria dos programas televisivos apresentam linguagem gestual, contudo ainda há um longo caminho a percorrer.

Neste dia, promovem-se cursos e outras iniciativas especiais com o objetivo de valorizar esta silenciosa linguagem.

A GNR relembra também, a existência do serviço "SMS Segurança" (número 96 10 10 200) para a receção de emergências de pessoas surdas ou com dificuldades auditivas.

Maria Beatriz 11ºA


sábado, 14 de novembro de 2020

Diabetes- a doença silenciosa

 


Comemorado no dia 14 de novembro, o Dia Mundial da Diabetes foi criado em 1991 pela International Diabetes Federation (IDF) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de dar resposta ao aumento alarmante de casos de diabetes no mundo.

Em 2007 tornou-se num dia oficial de saúde da ONU, após aprovação das Nações Unidas em dezembro de 2006.

Cerca de 400 milhões de pessoas no mundo sofrem de diabetes e 5 milhões morrem por ano devido a esta doença. Um em dois adultos com diabetes não está diagnosticado. 670 mil milhões de dólares são gastos por ano com a diabetes, estimando-se que em 2040 haja um aumento para 642 milhões de pessoas atingidas pela doença.

Portugal posiciona-se entre os países europeus que regista elevadas taxas de prevalência da Diabetes (cerca de 13,3% da população portuguesa) com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos.

Uma das atividades realizadas neste dia são as caminhadas pela diabetes.

Existem vários tipos de diabetes como o Tipo 1, Tipo 2, Gestacional e outros, mas esses ocorrem com menor frequência.

Os principais objetivos da alimentação de uma pessoa com diabetes são obter um bom controlo da glicemia, colesterol, triglicéridos, pressão arterial, atingindo e mantendo um peso saudável, de forma a prevenir o aparecimento das complicações da diabetes. Para ajudar a controlar estes fatores de risco, recomenda-se a redução da ingestão de gordura e sal e o aumento da ingestão de fibra.

                                                                                                                Diana Ferreira, 11.º A


Dia Mundial da Bondade

 



Segundo o dicionário "Bondade" é ...

1- Disposição natural que nos leva a fazer bem e nunca mal.

2- Qualidade do que é bom.

3- Boa índole.

4- Brandura, benevolência.


"bondade", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/bondade [consultado em 14-11-2020].







quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Em dia Mundial do Origami, vale a pena aprender.

Como definir Origami?

É uma arte japonesa de dobrar papel, criando obras de arte sem um único corte.



https://pt.origami.plus/papai-noel-de-origami

S. Martinho

 




O S. Martinho, comemorado a 11 de novembro, é um dos santos mais populares da igreja católica e está associado a inúmeras tradições rurais, imortalizadas nos ditados/ provérbios populares.

Eis alguns:

“No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.”

“Em dia de S. Martinho atesta e abatoca o teu vinho.”

“Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.”

“Em dia de S. Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.”

“No dia de S. Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.” 


A árvore que nos dá a castanha é o castanheiro.

Quando a castanha nasce, vem protegida por uma “capa” cheia de picos, é o chamado “ouriço da castanha”. 



Quando se aproxima outubro / novembro, o ouriço abre, a castanha cai e podemos comê-la crua, assada ou cozida. Há quem a utilize para fazer sobremesas, como os famosos pastéis de castanha.



A castanha é um alimento muito antigo, pois há informações que já na pré-História era consumida, muito antes da batata.

A castanha é uma extraordinária fonte de energia, rica em vitaminas C e B6 e em minerais – potássio, fósforo e o magnésio. É também caracterizada por um baixo teor de gordura.


sexta-feira, 6 de novembro de 2020

O Saxofone e os saxofonistas



O saxofone foi inventado em 1840 por Adolphe Sax, fabricante de instrumentos de nacionalidade belga, mas que vivia em França. Embora característico do jazz, foi originalmente concebido como instrumento de banda militar.

O som do saxofone foi inventado para produzir um som pesado e de alta energia.

O instrumento foi oficialmente revelado ao público numa exposição em Bruxelas em 1841.

De início, a maioria dos compositores afastou-se do saxofone porque não entendeu o instrumento. Mais tarde, o saxofone tornou-se uma voz importante em obras orquestrais.

Este instrumento tem uma grande importância na música popular do século XX, e, especificamente, no jazz.

Em Portugal podemos ouvir alguns saxofonistas famosos como Carlos Martins, Rodrigo Amado, Desidério Lázaro, João Mortágua e Ricardo Toscano.




No nosso concelho, temos o saxofonista César Cardoso.









quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Dia Mundial do Cinema

 


No dia 5 de novembro celebra-se anualmente o Dia Mundial do Cinema.

O Cinema é também conhecido como a Sétima Arte, uma designação dada pelo italiano Ricciotto Canudo, em 1912.

A palavra cinema pode ser definida como movimento gravado, pois trata-se de uma abreviatura de cinematógrafo. O termo "cine", de origem grega, significa movimento, e o sufixo "ágrafo" significa gravar.

As produções cinematográficas exercem forte influência sobre as emoções humanas, levando milhares de pessoas aos cinemas, produzindo riso, choro, medo ou outros sentimentos a qualquer altura do dia.

Em 1895, Paris teve a primeira sessão pública de cinema, que foi organizada pelos irmãos Auguste e Louis Lumière, utilizando um aparelho chamado cinematógrafo. As imagens em movimento foram projetadas numa tela para cerca de 30 espetadores.

A partir de então, o cinema cresceu como forma de contar histórias, difundir a cultura e difundir o conhecimento. O desenvolvimento de equipamentos e a evolução tecnológica permitiram que a arte se aproximasse do público com cada vez mais realismo.

Em comemoração do Dia Mundial do Cinema, os espaços culturais incentivam a apreciação da Sétima Arte com exibição de filmes e exposições relacionadas com a história desta manifestação artística.

O "Pão por Deus"

 


Celebrou-se no passado dia 1 de novembro, em honra de todos os santos e mártires. o Dia de Todos os Santos. Este dia é considerado uma festa, celebrada pelos crentes de várias igrejas da religião cristã. A Igreja Ortodoxa celebra no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da Páscoa, tal como a Igreja Católica Oriental. A Igreja Anglicana também celebra o dia de Todos os Santos com o mesmo significado que nas Igrejas Católica e Ortodoxa. Na Igreja Luterana, o dia é celebrado principalmente para lembrar que todas as pessoas batizadas são Santas e também as que faleceram durante o ano. Na igreja cristã ocidental, a celebração litúrgica começa na noite de 31 de outubro (Véspera do Dia de Todos os Santos), e termina no final do Dia de Todos os Santos, dia 1 de novembro.

Inicialmente a comemoração regular começou em 13 de maio de 609 ou 610, o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão (o templo romano em honra a todos os deuses) a Maria e a todos os mártires.

A data foi mudada para novembro quando o Papa Gregório III dedicou uma capela em Roma a Todos os Santos e ordenou que eles fossem homenageados no 1.° dia de novembro. Tudo indica que a mudança se deveu ao facto de se comemorar um feriado idêntico na mesma data, na Inglaterra. Perante isto. é possível que a comemoração britânica medieval do Dia de Todos os Santos tenha sido o ponto de partida para a popularização dessa festividade em toda a Igreja cristã.

Antigamente todas as pessoas iam pedir o “Pão por Deus” porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir. Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.

Nos Açores era costume colocar o primeiro pão da fornada à porta para quem passa-se e tivesse fome levar.

É também costume em algumas regiões, os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro.

Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Estes bolinhos são especialmente confeccionados para este dia, sendo à base de farinha e erva -doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes.

Em Portugal, ainda se mantêm a tradição de, no dia de Todos os Santos, as crianças saírem à rua em pequenos grupos para pedir o ‘Pão por Deus’ de porta em porta: recitam versos e recebem como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanha, assim como doces e rebuçados, que colocam dentro dos seus sacos de pano; nalgumas aldeias chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’.

Em algumas regiões do país conserva-se a tradição de os adultos terem mesa posta com iguarias da época e andarem de casa em casa a petiscar e conviver.

A progressiva implementação do Halloween   em Portugal é uma ameaça à continuidade do “Pão-por-Deus” pois vem substituir as tradicionais manifestações das tradições portuguesas que importa preservar pois fazem parte da nossa cultura.


Este ano atípico, também afetou a comemoração e tradição do dia Todos os Santos, como todas as tradições e festividades desde o inicio da pandemia provocada pelo covid-19.

De modo que, as crianças ficaram em casa, não indo pedir o “Pão por Deus” e a maioria das famílias não se visitaram ou juntaram nas tradicionais partilhas.

As famílias tentaram festejar o dia com mais contenção e adaptando às condições possíveis com pequenas oferendas dentro da própria casa.

Estas condicionantes provocadas pela pandemia tem exasperado muitas mudanças no quotidiano das pessoas afetando principalmente a parte social, o, que é ainda mais notório em dia de festas, comemorações ou tradições.

Beatriz, 11.º A

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Dia da Dona de Casa

 


Comemorado no dia 3 de novembro, o Dia da Dona de Casa é conhecido mundialmente como “Housewife’s Day” tendo ganho mais popularidade nos últimos anos.

Não se sabe ao certo a origem deste dia, mas suspeita-se que foi criado por uma dona de casa. Esta é vista como uma mulher que tem como ocupação principal trabalhar em casa e fazer as tarefas domésticas.

Há tempos atrás o comum era ser dona de casa, porém com a evolução da sociedade as mulheres passaram a estudar e a exercerem profissões que muitas vezes eram desempenhadas por homens.

Hoje em dia, muitas das responsabilidades domésticas das mulheres já são compartilhadas com seus parceiros.

Há mulheres lindas, bem vestidas, de profissões bem estabelecidas, de carreiras brilhantes que despertam a ideia de serem perfeitas, realizadas e felizes, mas que, no entanto, carregam dentro de si as mesmas frustrações de uma simples dona de casa.

Este dia tem o objetivo de valorizar o trabalho e o esforço da mulher em tornar a casa num lar confortável e acolhedor.

Diana, 11.º A