quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Dia Mundial do Cinema

 


No dia 5 de novembro celebra-se anualmente o Dia Mundial do Cinema.

O Cinema é também conhecido como a Sétima Arte, uma designação dada pelo italiano Ricciotto Canudo, em 1912.

A palavra cinema pode ser definida como movimento gravado, pois trata-se de uma abreviatura de cinematógrafo. O termo "cine", de origem grega, significa movimento, e o sufixo "ágrafo" significa gravar.

As produções cinematográficas exercem forte influência sobre as emoções humanas, levando milhares de pessoas aos cinemas, produzindo riso, choro, medo ou outros sentimentos a qualquer altura do dia.

Em 1895, Paris teve a primeira sessão pública de cinema, que foi organizada pelos irmãos Auguste e Louis Lumière, utilizando um aparelho chamado cinematógrafo. As imagens em movimento foram projetadas numa tela para cerca de 30 espetadores.

A partir de então, o cinema cresceu como forma de contar histórias, difundir a cultura e difundir o conhecimento. O desenvolvimento de equipamentos e a evolução tecnológica permitiram que a arte se aproximasse do público com cada vez mais realismo.

Em comemoração do Dia Mundial do Cinema, os espaços culturais incentivam a apreciação da Sétima Arte com exibição de filmes e exposições relacionadas com a história desta manifestação artística.

O "Pão por Deus"

 


Celebrou-se no passado dia 1 de novembro, em honra de todos os santos e mártires. o Dia de Todos os Santos. Este dia é considerado uma festa, celebrada pelos crentes de várias igrejas da religião cristã. A Igreja Ortodoxa celebra no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da Páscoa, tal como a Igreja Católica Oriental. A Igreja Anglicana também celebra o dia de Todos os Santos com o mesmo significado que nas Igrejas Católica e Ortodoxa. Na Igreja Luterana, o dia é celebrado principalmente para lembrar que todas as pessoas batizadas são Santas e também as que faleceram durante o ano. Na igreja cristã ocidental, a celebração litúrgica começa na noite de 31 de outubro (Véspera do Dia de Todos os Santos), e termina no final do Dia de Todos os Santos, dia 1 de novembro.

Inicialmente a comemoração regular começou em 13 de maio de 609 ou 610, o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão (o templo romano em honra a todos os deuses) a Maria e a todos os mártires.

A data foi mudada para novembro quando o Papa Gregório III dedicou uma capela em Roma a Todos os Santos e ordenou que eles fossem homenageados no 1.° dia de novembro. Tudo indica que a mudança se deveu ao facto de se comemorar um feriado idêntico na mesma data, na Inglaterra. Perante isto. é possível que a comemoração britânica medieval do Dia de Todos os Santos tenha sido o ponto de partida para a popularização dessa festividade em toda a Igreja cristã.

Antigamente todas as pessoas iam pedir o “Pão por Deus” porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir. Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.

Nos Açores era costume colocar o primeiro pão da fornada à porta para quem passa-se e tivesse fome levar.

É também costume em algumas regiões, os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro.

Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Estes bolinhos são especialmente confeccionados para este dia, sendo à base de farinha e erva -doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes.

Em Portugal, ainda se mantêm a tradição de, no dia de Todos os Santos, as crianças saírem à rua em pequenos grupos para pedir o ‘Pão por Deus’ de porta em porta: recitam versos e recebem como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanha, assim como doces e rebuçados, que colocam dentro dos seus sacos de pano; nalgumas aldeias chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’.

Em algumas regiões do país conserva-se a tradição de os adultos terem mesa posta com iguarias da época e andarem de casa em casa a petiscar e conviver.

A progressiva implementação do Halloween   em Portugal é uma ameaça à continuidade do “Pão-por-Deus” pois vem substituir as tradicionais manifestações das tradições portuguesas que importa preservar pois fazem parte da nossa cultura.


Este ano atípico, também afetou a comemoração e tradição do dia Todos os Santos, como todas as tradições e festividades desde o inicio da pandemia provocada pelo covid-19.

De modo que, as crianças ficaram em casa, não indo pedir o “Pão por Deus” e a maioria das famílias não se visitaram ou juntaram nas tradicionais partilhas.

As famílias tentaram festejar o dia com mais contenção e adaptando às condições possíveis com pequenas oferendas dentro da própria casa.

Estas condicionantes provocadas pela pandemia tem exasperado muitas mudanças no quotidiano das pessoas afetando principalmente a parte social, o, que é ainda mais notório em dia de festas, comemorações ou tradições.

Beatriz, 11.º A

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Dia da Dona de Casa

 


Comemorado no dia 3 de novembro, o Dia da Dona de Casa é conhecido mundialmente como “Housewife’s Day” tendo ganho mais popularidade nos últimos anos.

Não se sabe ao certo a origem deste dia, mas suspeita-se que foi criado por uma dona de casa. Esta é vista como uma mulher que tem como ocupação principal trabalhar em casa e fazer as tarefas domésticas.

Há tempos atrás o comum era ser dona de casa, porém com a evolução da sociedade as mulheres passaram a estudar e a exercerem profissões que muitas vezes eram desempenhadas por homens.

Hoje em dia, muitas das responsabilidades domésticas das mulheres já são compartilhadas com seus parceiros.

Há mulheres lindas, bem vestidas, de profissões bem estabelecidas, de carreiras brilhantes que despertam a ideia de serem perfeitas, realizadas e felizes, mas que, no entanto, carregam dentro de si as mesmas frustrações de uma simples dona de casa.

Este dia tem o objetivo de valorizar o trabalho e o esforço da mulher em tornar a casa num lar confortável e acolhedor.

Diana, 11.º A

terça-feira, 3 de novembro de 2020



Hoje, dia 4 de novembro, assinala-se o Dia da Consciencialização do Stress.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou o stress como a «epidemia de saúde do século XXI», afetando cada vez mais pessoas e constituindo uma realidade inescapável no mundo de hoje.

Os objetivos deste dia são fornecer informação sobre o stress e sensibilizar as pessoas para a importância do seu bem-estar.

Recorde-se que o «burnout» (ou stress profissional) entrou na nova classificação internacional de doenças da OMS, que vigorará a partir de 1 de janeiro de 2022, e surge na secção consagrada aos «problemas associados» ao emprego e desemprego, sendo descrito como «uma síndrome resultante de ‘stress‘ crónico no trabalho que não foi gerido com êxito».

A doença, de acordo com a OMS, caracteriza-se por «um sentimento de exaustão, cinismo ou sentimentos negativistas ligados ao trabalho e eficácia profissional reduzida».

Apesar de invisível, o stress tem um peso elevado. Ignorar o stress no trabalho ou no quotidiano pode levar a sérias complicações de saúde -  o declínio do sistema imunitário; o aumento da pressão arterial e doenças do coração.

 

Como combater o stress?

·       Contar até dez e respirar fundo;

·       Fazer pausas no trabalho;

·       Dividir o trabalho em tarefas e estabelecer prioridades;

·       Anotar todas as tarefas e obrigações;

·       Organizar o espaço de trabalho;

·       Decorar o espaço de trabalho como coisas pessoais;

·       Mudar a decoração com frequência;

·       Fazer exercício físico;

·       Dormir bem;

·       Alimentar-se saudavelmente;

·       Sorrir;

·       Ter pensamentos positivos;

·       Ouvir música instrumental;

·       Ver vídeos engraçados;

·       Envolver-se menos emocionalmente;

·       Fazer meditação.


Projeto "ÉCO français"

 O AEPMOS congratula-se com a atribuição do Selo Europeu de Qualidade ao projeto “ÉCO français” dinamizado pela professora Natércia Arqueiro, dinamizado no ano letivo anterior em parceria com a Roménia e a Itália.

Neste vídeo podemos ver algumas atividades desenvolvidas.



Parabéns à professora e aos alunos envolvidos.



segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Dia dos Fiéis Defuntos durante a Pandemia – COVID19

 


Dia dos Fiéis Defuntos, Dia de Finados ou Dia dos Mortos é uma data comemorada a 2 de novembro pela Igreja Católica, mais especificamente pelos católicos, ortodoxos, anglicanos e luteranos, em memória às almas de todos os amados que faleceram.

Desde o século V, a Igreja Católica começou a dedicar um dia do ano para rezar em honra da alma de todos os falecidos pelos quais ninguém rezava, de modo a que estes não caíssem no esquecimento. Esta tradição perdurou no tempo até aos dias de hoje. Por norma esta data é celebrada através de missas em memória dos entes queridos que já partiram, rezando-se pelo perdão dos pecados destas almas,  e de visitas aos seus túmulos, preparando altares com velas, flores e outros elementos. Diz-se que somente nesta data as almas podem voltar do além para estar perto dos seus. Embora este dia não seja feriado, em certos países como o México o Dia dos Mortos é uma grande comemoração, repleta de festas e animações coloridas que atraem milhões de turistas.


Em Portugal tornou-se habitual celebrar em conjunto o Dia de Todos os Santos (1 de novembro) e o Dia dos Fiéis Defuntos. Devido à situação pandémica que se está a atravessar este ano, cada Município estabeleceu as suas próprias restrições relativamente à abertura ou fecho de cemitérios, ao período máximo que se pode estar a prestar homenagem aos falecidos, ao limite de pessoas que podem frequentar os cemitérios e as missas, etc.

 Perante esta situação, será possível prestar tributo às almas dos falecidos desde que se cumpram as regras de segurança e de distanciamento social impostas pela DGS (Direção-Geral da Saúde) e pelos respetivos Municípios, não esquecendo também que está proibida a circulação de pessoas entre concelhos diferentes, sem as devidas justificações.


Oração pelos falecidos


Pai santo, Deus eterno e Todo-Poderoso, nós Vos pedimos por (nome do falecido), que chamastes deste mundo. Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. Que ele, tendo passado pela morte, participe do convívio de Vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. Que sua alma nada sofra, e Vos digneis ressuscitá-lo com os Vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa. Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto a Vós a vida imortal no reino eterno. Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém (Rezar Pai-Nosso e Ave-Maria.)

Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno e brilhe para ele a Vossa luz! Amém.

Mariana, 11.º A

Dia da Alimentação

 8.º A visita exposição alusiva ao «Dia da  Alimentação»


No dia 30 de outubro de 2020, na disciplina de Formação Integral do Aluno, os alunos da turma 8.ºA, da Escola Secundária de Porto de Mós, realizaram uma visita à Biblioteca Municipal de Porto de Mós. 

A exposição patente na Biblioteca celebrava o Dia da Alimentação, que foi assinalado no passado 16 de outubro. Desde 1981 que este dia se comemora internacionalmente devido à iniciativa do organismo das Nações Unidas -  FAO (Food and Agriculture Organization).

Os cartazes expostos resultaram de um concurso proposto pela Câmara Municipal, a todas as escolas do concelho. A votação para a eleição dos trabalhos vencedores decorreu através da página da autarquia, na rede social Facebook.

A cada turma participante a autarquia irá entregar um diploma de participação. As turmas vencedoras (uma por cada ciclo de escolaridade) irão receber como prémio uma visita de estudo, a um local a definir.


  Da mostra constavam cartazes bastante apelativos e criativos, que pretendiam sensibilizar para a alimentação saudável e para o combate ao desperdício alimentar. Infelizmente, o trabalho da nossa turma não consta na galeria dos vencedores, mas o importante é participar nestas iniciativas, alertar consciências e mudar hábitos porque «não desperdiçar é a solução»!

Turma 8.ºA

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Bibliotecas

Comemorou-se ontem o Dia da Biblioteca Escolar.

Os elementos do Clube iniciaram um trabalho de pesquisa sobre bibliotecas.

1.    Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra

A construção da Biblioteca Joanina iniciou-se em 1717 a pedido do rei D. João V, daí o seu nome. Foi concluída 11 anos depois, em 1728, sobre o antigo cárcere do Paço Real. O mobiliário da  biblioteca conta com madeiras exóticas, tanto brasileiras como orientais.

O estilo da biblioteca é predominantemente barroco.

A Biblioteca Joanina fica no Pátio das Escolas da Universidade de Coimbra e abre a cada 20 minutos.

 


2.    Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra

Esta é uma das mais importantes bibliotecas portuguesas, com de cerca de 30.000 volumes. 

Situada no 4º piso da ala nascente do monumento, ocupa a mais nobre e vasta de todas as salas do edifício, em forma de cruz com 85 m de comprimento e 9,5 m de largura.

Pavimentada em pedra liós de várias cores, tem no centro uma abóbada apoiada sobre quatro arcos, fechada sobre uma pedra-mármore onde se vê esculpido um rosto humano representando o sol.

Nesta biblioteca merecem destaque algumas obras raras como uma coleção de obras impressas até 1500 e ainda um importante conjunto de partituras musicais de autores portugueses e estrangeiros, especialmente escritas para os seis órgãos históricos da Basílica.

A Biblioteca possui obras que vão do século XV ao XIX, abrangendo temas tão diferentes como a Teologia, o Direito Canónico e Civil, a História, a Geografia e Viagens, a Matemática, a Arte e a Música, a Medicina, entre outros..   

 


3.    Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa

A Academia de Ciências de Lisboa possui uma das mais importantes bibliotecas do país. É rica em obras de caráter cientifico como, por exemplo, Kepler, Newton, Lineu, Buffon. É utilizada especialmente para apoio a atividades docentes. No entanto também podemos encontrar obras de Filosofia, Teologia, Literatura e Artes.

Uma das peças mais antigas é um pergaminho do início do séc.XII com uma doação da rainha D. Teresa.

 


4.    Biblioteca Nacional em Lisboa

Criada em fevereiro de 1796 de  com o nome de Real Biblioteca Pública da Corte, teve como objetivo o acesso do público geral, contrariando assim  a tendência europeia da época de disponibilizar apenas para sábios e eruditos os tesouros manuscritos e impressos da sua Biblioteca Real.

Localiza-se no lado poente do jardim do Campo Grande. A arquitetura deste edifício de raiz é de grande modernidade para a época.




quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Dia Internacional da Maçã

 


No passado dia 16 comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação.

Ontem, foi a vez de se comemorar o Dia Internacional da Maçã.

Vamos conhecer umas das peças de fruta mais conhecidas e consumidas no mundo.

O consumo de uma maçã diariamente prolonga consideravelmente a nossa qualidade de vida.

"Consumir uma maçã por dia mantém o médico distante" , este é um provérbio inglês que se baseia no facto da maçã ser  rica em fibras alimentares, vitaminas, minerais (especialmente ferro e fósforo) e propriedades anti-inflamatórias que transformam o alimento num poderoso aliado para a saúde.

 Estes são os 6 benefícios de consumir uma maçã por dia:

*reduzir a diabetes;

*prevenir o envelhecimento precoce;

* favorecer o emagrecimento:

* melhorar a capacidade cerebral;

* prevenir complicações respiratórias;

* proteger a garganta e a voz.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

13 de outubro - Dia Internacional para a Redução de Catástrofes



O Dia Internacional para a Redução de Catástrofes instituído em 1989 pela Assembleia Geral das Nações Unidas pretende chamar a atenção de todos os Estados para a necessidade de adotarem políticas que visem a prevenção e a redução de danos humanos e materiais, diretamente causados pela ocorrência de desastres naturais. É uma forma de promover uma cultura global de redução dos danos causados por desastres e de como as pessoas e comunidades estão a preparar-se para reduzir este riscos.

Um desastre natural ocorre quando um evento físico muito perigoso (tal como um sismo, desabamento, furacão, inundação, incêndio) provoca diretamente ou indiretamente danos à propriedade, ou faz um grande número de vítimas, ou destruição de bens.

Eis as 10 piores catástrofes naturais da História.

CHEIAS NA CHINA, 1931: 4 MILHÕES DE MORTOS

A inundação do rio Amarelo, na China, é considerada o desastre natural mais mortal da História. Deixou cerca de 4 milhões de mortos (durante a cheia ou por causa das doenças provocadas pelo desastre).

SECA NA ÍNDIA, 1900: 3,25 MILHÕES

As secas na Índia são relativamente comuns desde o século XVII. A maior dessas tragédias aconteceu no ano 1900, no norte do país. Estima-se que tenham morrido aproximadamente 3,25 milhões de cidadãos indianos.


TERREMOTO EM SHAANXI, CHINA, 1556: 830 MIL MORTOS


Embora não tenha sido o mais intenso da História, o tremor que atingiu a província de Shaanxi, na China, em 23 de janeiro de 1556, é um dos maiores já registados. Sem qualquer forma de prevenção a terremotos, as cidades foram arrasadas.


CICLONE NA ÍNDIA, 1970: 500 MIL MORTOS

Nunca houve ciclone tropical tão devastador. O Bhola surgiu na baía de Bengala e deixou de 300 mil a 500 mil mortos em Bangladesh e na Índia. Com ventos de 222 km/h, causou grandes prejuízos.


TSUNAMI NA INDONÉSIA, 2004: 280 MIL MORTOS


Um dos maiores desastres naturais foi causado por um terremoto de 9 pontos na escala Richter, na Indonésia. Quase 300 mil habitantes faleceram devido à destruição causada pelo tsunami, cujas ondas alcançaram 800 km/h.

TERREMOTO EM ANTIOQUIA, 526: 250 MIL MORTOS

Quase ninguém sobreviveu quando um tremor atingiu a metrópole bizantina na Síria. O que não foi ao chão imediatamente terminou carbonizado no incêndio que se seguiu. Durante 18 meses, foram sentidos tremores secundários.

TSUNAMI EM LISBOA, 1755: 100 MIL MORTOS


A capital portuguesa e várias cidades litorais do país foram devastadas por um terremoto, seguido de um tsunami com ondas de mais de 6 metros. O tremor, de 8,7 pontos na escala Ritcher, deu ao marquês de Pombal a possibilidade de reconstruir Lisboa.

ERUPÇÃO NA INDONÉSIA, 1883: 35 MIL MORTOS

Depois de uma semana de erupções, o monte Krakatoa, na Indonésia, atingiu o seu auge no dia 27 de agosto. Foi quando aconteceram quatro explosões, sendo que a última pôde ser ouvida a mais de 4.800 quilómetros. As detonações arremessaram rochas a mais de 80 quilómetros de altura.

FURACÃO NO CARIBE, 1780: 27 MIL MORTOS

Também conhecido como Furacão de São Calixto, arrasou várias ilhas do Caribe. Ocorreu durante a Guerra de Independência dos Estados Unidos, afundou dezenas de navios ingleses e franceses posicionados na região.

ERUPÇÃO EM POMPEIA, 79 D.C: 16 MIL MORTOS


Foi uma das mais conhecidas e catastróficas erupções vulcânicas de todos os tempos. Em 19 horas, o Vesúvio arrasou tudo à sua volta. Uma chuva de cinzas e rochas soterrou as cidades de Pompeia e Herculano.